Campo Magnético Humano




Não existe no mundo uma única pessoa
capaz de dar a alguém aquilo que não tem para si mesmo.

Cuide de si mesmo com muito trabalho interior, cuide do físico, da mente e do espírito, de dentro para fora e não de fora para dentro; só assim poderá mudar, derrubar muros invisíveis e condição vibratória.

Atraímos igual ao que somos, por isso, se quer atrair diferente, não o procure fora de si, antes de mudar internamente. Ninguém é "Luz" fora de si mesmo; para a sua luz chegar fora de si mesmo, chegar a alguém, terá que acontecer esse fenómeno dento de si, pois o que chegará aos outros nunca será nenhuma Luz, o que chegará aos outros será sempre uma resplandecência da sua Luz interior.

Para isso apenas precisa de "mudar a sua sintonia vibratória", precisa alterar a sua frequência vibracional, precisa alterar o que pensa de si e sobre si ou sobre a sua vida e a sua condição; precisa parar de se lamentar e "deitar a enchada à terra", pois só colhemos o que semeamos.

Cuidado com o que semeia mental e espiritualmente em si mesmo, faça-o com regra; regue regularmente a colheita com harmonia, paz e tranquilidade; aplique em si os conselhos que dá aos outros, quando menos esperar, estará a colher amor e compreensão.

Os problemas são muitos?
Acha que não é capaz?
Deus não coloca peso a mais sobre os ombros de ninguém, só coloca o peso que cada um aguenta, pois é o seu próprio peso, e se foi capaz de criar esse peso, será capaz de o transportar... Nada acontece por acaso.

"As ostras que produzem pérolas são as que foram incomodadas por um grão de areia."

um amigo,
Joaquim Coelho
https://www.facebook.com/estudosbioenergeticos

O Karma, o Livre Arbítrio e o Destino


Que tem o Karma a ver com o uso do Livre Arbítrio?
O que é o Destino?

Se kármicamente temos que passar por isto ou aquilo, como é que podemos escolher? O Destino tem algo de verdade?
São algumas questões que regularmente me são colocadas.
...
Vou aqui tentar desmistificar um pouco estes temas, para isso preciso da vossa compreensão de que o Acaso não existe, por isso: talvez seja o Destino quem o fez chegar a esta página, talvez tenha sido o Karma quem o fez reparar no título deste texto, mas certamente foi pelo uso do seu próprio Livre Arbítrio que decidiu ler o mesmo.

Vamos olhar a imagem que acompanha este texto e fazer uso da mesma como exemplo desta metáfora:
Existe uma estrada, um caminho numa qualquer cidade, num não menos qualquer país, com um pavimento (neste caso) de pedra. Não dos mais confortáveis ao andar, mas também não dos menos confortáveis. Existem uns trilhos (carris de eléctrico), por onde passa o transporte e que tem por finalidade também o suporte do mesmo veículo, entre outras funções.

Olhemos esta estrada e estes carris como o local e o caminho por onde andamos e vivemos, somos o eléctrico, por isso podemos não ter consciência de outros caminhos ou simplesmente a falta de condição para os trilhar... isso é o Karma o facto de sermos "este eléctrico", nesta condição. A viver nestes carris, isso é o destino.

Mas, se olharmos para os carris, podemos constactar que existem cruzamentos, onde podemos optar por "outros caminhos". Ao chegar a estes cruzamentos temos a capacidade, a liberdade e a opção de escolher um deles. Essa escolha é o uso do nosso Livre Arbítrio, onde iremos escolher um dos caminho e teremos que viver esse caminho como o "escolhido", com tudo que tenha de bom ou de menos bom, a paisagem melhor ou pior, os pontos de descanso para repouso e diversão, amigos e familiares que escolheram, ou têm que percorrer o mesmo caminho, provocando encontros ou desencontros, as subidas e descidas serão também diferentes, onde cansaremos mais ou menos consoante o escolhido, etc.

Então, o nosso Livre Arbítrio permite-nos escoher o caminho, pior ou melhor consoante o nosso discernimento, vontades e desejos. O Karma dá-nos "aqueles caminhos" como únicas opções de escolha possível e conhecimento, não quer dizer que não há mais caminhos, quer dizer que eu, nesta fase da minha vida, só posso escolher um destes caminhos. O Destino coloca-me naquela estrada...

- Aceita a estrada,
- Escolhe o carril certo, em equilíbrio e paz,
- Desfruta da Tua viagem, das Tuas companhias e da Tua paisagem, não invejes a dos outros, pois pode ser pior que a tua.

namastê,
Joaquim Coelho

RECETIVIDADE - APRENDIZAGEM - CONDIÇÃO

Salvé irmãos,
normalmente, quando precisamos de ajuda socorremo-nos das fontes possíveis. Familiares, amigos, médicos, fé, crença e demais vibrações que nos circundam e escolhemos consoante a ajuda necessitada para o problema que os aflige.

Como não sabemos (nem conseguimos) resolver o problema, não só procuramos fora de nós a ajuda, como procuramos também quem nos resolva o problema, nós já não conseguimos!
...
É muitas vezes este o estado em que chegam até nós os pedidos de ajuda e na maioria das vezes chegam desiludidos consigo mesmo, com a vida e com as pessoas, o que faz com que a pessoa esteja pouco, muito pouco receptiva à ajuda. Está receptiva à resolução do problema, o que é outra coisa.
Muitos são os problemas mas, a receptividade é fundamental para a resolução dos mesmos, é como uma sopa, em que a pessoa tem todos os legumes, temperos e recipiente para a fazer, mas falta-lhe algo. De cada vez que tenta cozinhar a sopa não consegue, quando pergunta à sua volta, ninguém lhe sabe dizer mais a não ser "lamento, se precisares de ajuda diz". Ela já disse queprecisa de ajuda, vamos ajudar!

Quando chegam a nós, explicamos que o ingrediente que falta nós temos para oferecer. Muito já o não querem por ser oferecido, outros? bem, outros querem o ingrediente, mas nas suasprópras condições. Se fosse nas suas condições ela saberia fazer a sopa, saberia qual o ingrediente que falta.
todos os que falta o ingrediente, com maior receptividade ou menor, explicamos que falta a àgua na sopa, sem água não a pode cozinhar, sem água nunca terá sopa a não ser que lhe tragam a sopa já pronta, o que resolverá a refeição imediata, mas não as futuras.

Oferecemos a água necessária para a sopa, oferecemos a nossa "cozinha" para que treine a confeção da sopa, mas não cozinhamos por si,senão não aprenderia.
Aos que necessitam que lhes façam doem os ingredientes todos, panela, fogão, claro que cozinhamos para eles até o conseguirem fazer por si mesmo, mas algo não conseguimos nem podemos fazer: comer a sopa por ele, tem de estar receptivo, sem recetividade não há refeição.

Nunca confundam o que a pessoa pensa que precisa com o que realmente necessita, por isso e para isso temos as ajudas espirituais das entidades presentes.

por tudo isto somos uma escola mística iniciática, ensinamos cada um a ser o GRANDE CHEF da sua própria cozinha e um dia, oferecemos a possibilidade de ficar connosco a ensinar outros a cozinhar a sua própria sopa, pois o que mais precisa de aprender é aquele que ensina a outro como fazer.

A satisfação do fechar do circulo é uma realização pessoal, o fecho do circulo acontece depois de unificadas as 3 forças representadas: RECETIVIDADE - APRENDIZAGEM - CONDIÇÃO

Namastê,
JC

O GRANDE PANTANAL

(uma visão de Joaquim Coelho)
Vivenciamos uma experiência neste grande Pantanal, deparando-nos nós com as dificuldades inerentes a qualquer pântano. Atolamos de quando em quando ou simplesmente caminhamos sem direção, na maioria das vezes.
 
Por não sabermos que sentido tomar, ou sequer se há um sentido, criamos os nossos próprios destinos pois não sabemos fazer nada que não tenha um propósito, um objetivo a atingir. Criamos então os nossos objetivos materiais, físicos, mentais ou espirituais com base no nosso conhecimento e entendimento.
 
Isso não é condicionamento, é falta de conhecimento puro, e por isso, seguimos indicações de faroleiros que, tal como nós, possuem pouco conhecimento, mas que são portadores de um ego gigante que os leva a crer serem faroleiros e que podem ajudar a si e aos outros, ou simplesmente tirar partido do desconhecimento dos outros e serem vistos como faroleiros credíveis e sérios. É isso que procuram mostrar.
 
Na maioria dos PANTANAIS existentes neste GRANDE PANTANAL, existe pelo menos um FAROL para nos ajudar, para nos guiar por este caminho pantanoso: é manuseado por FAROLEIROS invisíveis que não pretendem mostrar-se acima dos caminhantes, mostram-se lado a lado, até na linguagem utilizada. Acima apenas está o FAROL, a LUZ acesa do FAROL, que varre toda a área contaminada e perigosa.
 
Estes verdadeiros faroleiros não favorecem ninguém em particular, favorecem o Todo. Não escolhem ninguém do grupo que caminha no Pantanal, não estão aqui para ajudar, mas sim para servir, por isso estão lá, sabemos onde estão, não precisamos procurar muito para os encontrar. Se estivessem para ajudar andariam atrás dos que, entenderiam eles, estivessem perdidos e fazendo com que, os que merecessem ser guiados os não encontrassem.
 
Um FAROL não existe para indicar um caminho, nenhum farol aponta o caminho a seguir, um FAROL existe para nos alertar, para nos indicar que caminho não seguir: quando o Faroleiro acende a Luz do Farol, está a indicar aos navegantes que não devem seguir por ali.
 
Se teimarmos em contrariar a indicação iremos embater nas ROCHAS, nos OBSTÁCULOS e afundar o navio que tanto devemos estimar, a escolha foi nossa, estávamos avisados.
 
O Farol não nos indica o caminho a seguir, podemos escolher qualquer caminho diferente daquele onde está o Farol, sem nos afundarmos. Claro que apenas um desses possíveis caminhos é o mais indicado, o mais fácil, mas, dependendo dos nossos objetivos, dos nossos critérios pessoais e sociais, das nossas vontades e do nosso discernimento, assim escolheremos o CAMINHO a seguir.
Todos são caminhos, menos aquele indicado pelo FAROL. Esta é a sua função, PROTEGER – ALERTAR para os perigos eminentes.
 
Neste Grande Pantanal, que conhecemos por PLANETA TERRA, tenho o merecimento de viver num Pântano (CIDADE) onde existe um FAROL a que chamam Escola Mística do Forte da Casa e onde tenho a referência de dezenas de FAROLEIROS (invisíveis) que me vão indicando o caminho que não devo seguir, mas com a certeza de que a escolha é sempre minha, sou eu quem decide.
 
E muitas vezes acontece que, não basta o farol estar aceso para me alertar dos perigos daquele percurso, teimo em ser CEGO, o Ego fala mais alto, a sua luz ofusca-me, substituindo assim o Farol nas minhas escolhas, iludindo-me.
 
Por vezes é necessário que o Faroleiro incida as LUZES do FAROL bem de frente aos meus olhos, outras vezes necessito que o Faroleiro VARRA de ponta a ponta, de um lado ao outro a escuridão que me envolve, “magoando” a “luz” do meu EGO, e assim eu possa desviar o percurso, SALVANDO-ME a mim, este espírito que vos escreve este pensamento, e ao meu NAVIO, este corpo onde habito, para esta viagem ilusória neste Plano, nesta caminhada, nesta jornada que faço na vossa companhia, lado a lado.
 
Joaquim Coelho

O Segredo dos Cátaros

O mesmo século XII que assistiu ao zelo religioso expressado nas cruzadas, foi também, paradoxalmente, uma época de crescente desilusão com a Igreja católica e com as maneiras terrenas do clero. Desde suas origens humildes como uma entre as muitas seitas do Império romano, a Igreja tornara-se uma instituição de riqueza e privilégio. Com frequência, padres e bispos viviam no luxo, ao mesmo tempo que se entregavam a práticas espúrias tais como perdoar pecados em troca de dinheiro. Em grande parte, foi como reação contra o fausto e o esplendor indecoroso da Igreja que o catarismo se enraizou, primeiramente no norte da Itália, e depois por todo o sul da França.
Com medo da repressão da Igreja, os primeiros cátaros mantiveram a sua fé em segredo. Em pouco tempo, porém, a seita atraiu tantos seguidores, que pôde passar a agir abertamente sob a proteção de senhores feudais poderosos, capazes de desafiar o papa. No sul da França, o catarismo e outro movimento vagamente semelhante, conhecido como waldensianismo, tornaram-se, na prática, as religiões oficiais.
As teologias cátara e católica estavam em nítido conflito. Do ponto de vista católico, a salvação vinha através do sofrimento físico de Jesus, um ser espiritual que havia ingressado na carne de modo a redimir a humanidade morrendo na cruz. Segundo os cátaros, a redenção da humanidade não vinha da morte de Cristo, e sim do exemplo de vida que levou à terra. Os cátaros negavam também que o mundo físico imperfeito pudesse ter sido criado por um Deus perfeito; tal como os gnósticos e maniqueístas antes deles, os cátaros rejeitavam a visão bíblica da criação e, com efeito, todo o Antigo Testamento. Um cátaro alcançava a salvação mediante o conhecimento da verdadeira origem e destino da humanidade e através da renúncia ao mundo satânico da carne, de uma vida de abstinência e pobreza.
Ao contrário dos católicos, os cátaros acreditam na reencarnação; se uma pessoa fracassasse numa vida, alegavam, teria a oportunidade de ter sucesso noutra. Rejeitavam o batismo, a cruz como símbolo, a confissão individual e todos os ornamentos religiosos. Os serviços eclesiásticos eram simples e podiam ser realizados em qualquer parte. Consistiam numa leitura do evangelho, um sermão breve, uma bênção e a Oração do Senhor. A abordagem “de volta ao básico” da liturgia feita pelos cátaros antecipou a simplicidade de algumas das seitas protestantes de épocas posteriores.
O catarismo tinha duas classes, ou graus. Os leigos eram conhecidos como crentes. Não se exigia que seguissem as rígidas regras de abstinência reservadas para os perfecti, ou bonhommes (homens bons) eleitos, que formavam a hierarquia da igreja cátara. Qualquer pessoa que desejasse juntar-se aos perfecti, homem ou mulher, teria que enfrentar um período de prova nunca inferior a dois anos. Durante esse tempo, a pessoa renunciava a todos os bens terrenos, vivia comunalmente com outros perfecti e abstinha-se de vinho e carne. Para evitar as tentações da carne, os iniciandos não podiam ter qualquer contato com o sexo oposto e faziam um voto de jamais dormir nus. No final do período de prova, o noviço recebia o consolamentum, um rito que combinava características de batismo, confirmação e ordenação, conduzido em público diante de uma grande congregação. Nesse rito, o iniciando respondia a uma série de perguntas feitas por um veterano da igreja, e depois prometia viver uma vida de pobreza, abstinência e obediência a Deus e aos evangelhos.
A Igreja Católica fez o que pôde para combater a expansão da heresia cátara. Em primeiro lugar, tentou atrair os cátaros de volta ao rebanho despachando missões de catequese formadas por monges cistercianos, lideradas pelo chefe da ordem, o futuro São Bernardo de Clairvaux. Os monges fizeram poucas conversões, e a recalcitrância dos hereges desanimou Bernardo, cujos esforços para alcançá-los foram respondidos por vaias e apupos pelas ruas de Toulouse.
As regiões cátaras do sul da França estavam sob o controle político do conde Raymond VI de Toulouse, também seguidor da fé cátara. O diálogo entre as autoridades cátaras e as católicas interrompeu-se quando um escudeiro do conde assassinou um enviado especial do papa Inocêncio III a Toulouse.
O assassinato deixou o papa tão enraivecido que ele, literalmente, não conseguiu falar durante dois dias. Então, declarou que os cátaros eram “piores que o próprio sarraceno” (termo cristão para os mulçumanos) e convocou uma cruzada para varrer a heresia de uma vez por todas. Seu apelo foi respondido com presteza por muitos cavaleiros franceses, levados a agir por diversas razões.
Tratava-se da primeira cruzada dirigida contra o inimigo na Europa, de modo que não exigia nem o tempo, nem as despesas necessárias para uma cruzada na Terra Santa. Também, além da salvação prometida a todos os que se unissem à cruzada por quarenta dias pelo menos, os recrutas podiam contar com a posse dos despojos materiais do território conquistado.
A cruzada (Albigense) foi lançada em 1209, com vinte mil cavaleiros montados à frente de um enorme exército. Na sua primeira grande vitória, os cruzados tomaram a cidade de Beziers e massacraram quase todos os habitantes, entre eles muitos que se consideravam católicos leais. Quando perguntaram ao legado papal como distinguir entre hereges e católicos, dizem que ele respondeu: “Matem-nos a todos. Deus se encarregará dos seus”.
Contudo, a fé cátara era forte e as legiões papais enfrentaram uma longa luta. Quase quarenta anos se passaram antes que os cruzados esmagassem a última resistência armada e células secretas de fiéis cátaros sobreviveram por mais meio século. Uma medida do peso do catarismo sobre os seus seguidores pode ser vista na disposição destes para o martírio. Milhares de perfecti., diante da opção entre a morte e a conversão ao catolicismo, negaram-se a renunciar a sua fé. Morreram, às vezes de fome, acorrentados às paredes de calabouços, mas em geral queimados publicamente em grandes piras. Diante da perseguição e da tortura, alguns optaram pelo rito cátaro da Endura, uma forma santificada de suicídio pelo jejum.
Assim, por mais um quarto de século se estenderia esta guerra e em 1243 o arremedo de resistência da região havia cessado quase que completamente. Dentre os pontos que ainda resistiam, o mais importante foi Montségur. Sitiada durante dez meses e resistindo bravamente, capitulou em março de 1244. Mesmo parecendo exterminado, o catarismo não morreu. Grupos isolados continuaram a exercê-lo influenciando vários outros grupos que depois chegaram ao Languedoc: valdenses, hussitas, adamitas, anabatistas e os camitas, que depois se refugiaram em Londres no início do século XVIII.
Os intelectuais modernos têm por hábito considerar os cátaros como sendo sábios, místicos ou “iniciados”detentores de segredos cósmicos. Isto fortalece o poder de uma lenda que diz respeito a um TESOURO CÁTARO. Entretanto, esta lenda parece ter foros de realidade.
Naquela época corria a notícia de que os cátaros possuíam um fabuloso tesouro místico, muito mais importante do que a riqueza material. No cerco de Montségur, isto é facto, temos a notícia de que dois fugitivos, dois perfecti, desceram o monte na calada da noite, arriscando as suas vidas para salvarem um precioso tesouro. Foram bem sucedidos!
Presumia-se que este fabuloso tesouro estava escondido em Montségur e depois de salvo nunca mais se ouviu comentários a seu respeito. O facto é que pelo menos vinte, dos que vigiavam Montségur e que pertenciam à milícia invasora, tornaram-se perfecti, devido à impressão neles provocada por algo que presenciaram num festival organizado pelos cátaros, numa trégua que lhes foi concedida devido ao seu fornecimento de reféns , para que pudessem comemorar um certo dia 14 de março.
A história e a religião dos cátaros estão a ser cada vez mais conhecidas. É até possível falar de uma renovação, pois as suas ideias estão a refazer o seu caminho. Com relação a isso, não há dúvida de que uma releitura do Novo Testamento, à luz da exegese cátara, pode trazer uma nova e bela iluminação à compreensão do cristianismo.
No alvorecer do terceiro milênio, os cristãos talvez se interessem em procurar nos cátaros alguma da essência da sua religião de origem.
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