Capacidade de Trabalho dos espíritos

Capacidade de trabalho dos espíritos

Todo o espírito, dentro do seu grau de evolução, tem uma determinada capacidade de trabalho. Porém, na sua área de acção quase sempre precisa de uma autorização do Astral Superior e merecimento para lhe ser permitido a realização de trabalho e obter ajuda.

Os espíritos de pouca evolução que não têm poder pedem ajuda a outros mais evoluídos e, quando tém merecimento são ajudados.

Um Mestre pode:
- Penetrar nas frequências mentais,idênticas á sua ou mesmo superiores.
- Transmutar a matéria animada e inanimada.
- Levitar toneladas.
- Transpor sem deixar vertígios, qualquer matéria.
- Volatizar qualquer líquido.
- Deslocar grandes massas.
- Comandaros elementais para alterar a coesão da terra, o fluxo das águas, combustões espontâneas e correntes de ar.
- os mestres podem locomover-se com muita facilidade no sentido vertical, e com mais facilidade ainda no sentido horizontal.
- Imunizar qualquer corpo físico contra qualquer dano.

Um espírito trabalhador consciente pode:
- locomover-se com facilidade no sentido horizontal.
- levitar toneladas.
- volatizar qualquer liquido.
- deslocar grandes massas.
- materializar, mas não o faz.

Um espirito trabalhador inconsciente pode:
- locomover-se no sentido horizontal, de forma lenta.
- captar sons, mas não pensamentos.
- materializar.

Um espírito de vibração vampiresca pode:
- passar por portas e paredes.
- manter o médium de pé.
- captar os pensamentos.

Um espírito sofredor NÃO pode:
- sair do lugar em que está incorporado.
- ver o mundo fisico e espiritual.
- manter o médium de pé.
- desincorporar.

Obs.: estas características não são únicas. A sua enumeração tem como finalidade dar uma noção do que é o espírito e a sua capacidade, para se poder entender melhor o assunto incorporação espiritual.
Estas classificações não significam que qualquer espírito não possa evoluir em fracções de segundos.

leia futuramento os textos sobre:
- Sintomas gerais nos quatro primeiroa tipos de incorporação.
- características da incorporação.

a pensar na comunidade

A Ordem dos Templários



Ordem dos Cavaleiros do Templo


Templários


A Ordem dos Cavaleiros do Templo de Jerusalém - TEMPLÁRIOS - nasceu da ideia de cruzada, que justificou e legitimou uma instituição ao mesmo tempo religiosa e militar, votada à "guerra santa".

Fazer a "guerra santa" encontra a sua legitimidade num dos maiores Doutores da Igreja, Santo Agostinho (345-430), o qual distingue a "guerra injusta", que condena, da "guerra justa" que é lícita e na qual qualquer cristão deve participar.

A "guerra santa" não é um fim em si, mas o meio legítimo e necessário conferido por Deus e o seu vigário, o Papa, aos crentes para alargarem o reino da religião.

Empresa de salvação e redenção, a "guerra santa" implica um valor específico do combate contra os infiéis acompanhada de diversas recompensas espirituais.

O triunfo da Igreja não pode passar senão pela união da espada e da fé.
Para S.Bernardo de Claraval, tornado monge, que concebeu a Ordem como uma "Milícia de Deus" via-a como uma religião armada e militante.
Apoiados em textos de S.Agostinho sobre o direito de guerra lícita, os papas que lhe seguiram, deram aos cristãos o direito e o dever de usar a cruz e combater para proteger a Igreja e libertar os lugares injustamente ocupados pelos infiéis visando tomar pela força os lugares cristãos caídos na servidão ou ameaçados pelo Islão.

É no fim do Séc.XI (1095) que, com o apelo lançado pelo papa Urbano II dirigindo-se à multidão de clérigos e cavaleiros, os exortam a tomarem armas para libertarem o Santo Sepulcro em Jerusalém e os cristãos do Oriente.
Apelo também escutado por um monge eremita Pedro o Eremita.

Dava-se o início às Cruzadas do Oriente.

O serviço militar feudal era muito limitado no tempo. O afluxo de peregrinos aos lugares santos da Palestina era constante, muitos deles pereciam aos ataques dos malfeitores e ladrões que infestavam os caminhos.
De apenas um grupo de homens cavaleiros franceses e a ideia no pensamento agostiniano, ao mesmo tempo clérigos e guerreiros, manejando as armas espirituais e as armas temporais, dedicaram-se a defender os peregrinos a proteger os caminhos e a servir na cavalaria do rei soberano, para remissão dos seus pecados.
A sua tarefa era vigiar as estradas e escoltar os peregrinos.

Ràpidamente se convenceu o rei - Luís VII de França - da utilidade de uma milícia permanente, composta por homens simultaneamente de oração e guerra.

Tomaram o nome de Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (1118 ou 1119 data da sua fundação) por terem construído o seu castelo sobre as ruínas do antigo Templo de Salomão em Jerusalém .
De dimensão modesta em 1123 desde então chamada Ordem do Templo de Jerusalém com ideias espirituais de paz e de caridade em proveito dos mais fracos, e defendidos, se necessário, pelas armas.
Pretendia-se um reconhecimento oficial jurídico e espiritual, sobretudo do papado.
O Papa Honório II, em 1128 (Séc. XII), concedeu à Ordem a legitimidade da sua fundação.

Embora tenha sido criada para a defesa da Terra Santa é na Península Ibérica que os Templários em 1128 fazem os seus primeiros combates, quando D.Teresa, viúva do Conde D.Henrique - mãe de D.Afonso Henriques - lhes confiou a tarefa de conter o avanço do Islão e guardar as fronteiras do Sul do Condado Portucalense.

Supõe-se que foi em 1126 que apareceu um núcleo de cavaleiros da milícia em Portugal.

É durante o governo de D.Teresa que os Templários fundam a sua sede no castelo de Soures no rio Mondego, construindo o castelo de Tomar no reinado de D. Afonso Henriques, para onde se haviam de instalar definitivamente com a sua sede, distinguindo-se nas conquistas dos castelos a norte e a sul do Tejo.

Ao longo da sua existência muitos privilégios lhe foram concedidos, a tal ponto de serem a causa de numerosos diferendos com as autoridades religiosas e laicas, suscitaram críticas no povo e serviram de base a muitas censuras, por vezes graves, quando a Ordem adquiriu uma importância militar, política e económica.

A sua história é um contraste de confusões.
Estes monges guerreiros possuíam muitos tesouros religiosos fabulosos incluindo, assim se dizia, a coroa de espinhos desgastados por Jesus enquanto padecia na Cruz.

Pensava-se também que eram os detentores daquele que para a maioria seria a maior e mais estimada relíquia Cristã, o Santo Graal - o cálice que Jesus Cristo usou na última ceia.

Os Templários são acusados de orgulho, independência em relação ao papado e de querer dominar o poder temporal pelo dinheiro.
Tinham má reputação junto do povo que lhe denunciava o orgulho, os privilégios indevidos, a riqueza suspeita e os maus costumes.
Com tão graves acusações a sua existência acaba por ser posta em causa.
Segundo parece fizeram desaparecer os documentos mais importantes e secretos da Ordem os quais nunca mais foram descobertos dando origem a que não haja um conhecimento totalmente exacto sobre a mesma.

Ao fim de quase dois séculos de existência é consumada a sua abolição.

O rei de França Filipe IV - o Belo - depois de informado de tais acusações, um verdadeiro admirador da Ordem, fica desprevenido com tal enormidade, ordena um inquérito que se prolonga por alguns anos, informa o papado e sequencialmente a prisão dos Templários de França em 1307, enquanto pedia aos reis dos países cristãos que prendessem os membros residentes nos seus Estados.
Pouco eco teve esse apelo nos reinos de Aragão, Castela, Portugal, Inglaterra e Alemanha onde alguns membros foram presos, interrogados e depois soltos.

O Papa Clemente V, após a sua eleição, acedendo às instâncias de Filipe o Belo, transferiu a sede tradicional da Cristandade para Avinhão em França durante cerca de setenta anos (ficando denominados fugitivos os sete papas que residiram em Avinhão).

A pedido do rei - Filipe IV, Clemente V cede às pressões, deixando mesmo a autoridade eclesiástica ser ultrapassada, promulga em 1312 (Séc.XIV) a abolição da Ordem sem a condenar, reconhecendo no entanto, que nenhuma prova de culpa permitia estabelecer a veracidade das acusações por não poder acreditar nelas, embora interrogados os prisioneiros franceses por Cardeais enviados pelo Papa, que confessaram as acusações de que vinham sendo acusados.

Foram condenados a prisão perpetua pelo Tribunal da Santa Inquisição e os dignitários ao suplício do fogo em 1314.

Algures na Europa, onde muitos Templários escaparam da supressão, a Ordem ajustou as suas posições.
Os Templários Portugueses mudaram simplesmente o seu nome - como um negócio moderno muda o nome a fim de evitar débitos precedentes.

Os bens dos Templários foram atribuídos à Ordem de São João do Hospital (a mais antiga de todas as Ordens) ou Hospitalários "por terem a sua sede num hospital por eles construído em Jerusalém, hoje, porque ainda existe, é designada por Ordem de Malta, por ter a sua sede nesta ilha do Mediterrâneo" que em Portugal tinham as suas sedes no mosteiro de Leça do Balio e em Flor da Rosa - no Crato - excepto os bens que em Portugal ficam à ordem do Vaticano, que deverão ser consagrados ao combate contra os Mouros, pela criação duma nova Ordem, e em 1319, por iniciativa do rei D.Dinis, é aprovada pelo papa João XXII.

Ordem de Cristo:
Tornaram-se nos Cavaleiros da Ordem de Cristo, (Ordem dos Cavaleiros de Nosso Senhor Jesus Cristo) verdadeira herdeira dos Templários, que ficou sediada no mesmo convento em Tomar a partir de 1357, depois de ter passado por Castro Marim.
Os seus membros desempenharam um papel muito importante nos Descobrimentos, - quer em África ou nas Índias Ocidentais - nas conquistas e evangelização de novas terras, altura em que o Infante D.Henrique se tornou o seu Grande Mestre e exploradores como Dom Vasco da Gama eram seus membros. O sogro de Cristóvão Colombo também foi seu Grande Mestre, e Colombo navegou através do Atlântico com a cruz dos Templários brasonada nas velas.

A Ordem de Cristo ficou dependente da coroa em 1484 no reinado de D. João II.

Secularizada em 1780, por decreto de D.Maria I aquando das reformas das insígnias das antigas Ordens Militares .


Restabelecida em 1918, a CONDECORAÇÃO da ORDEM de CRISTO - é concedida com o objectivo de premiar serviços prestados ao País no exercício das funções dos cargos que exprimam a actividade dos órgãos de Soberania ou na Administração Pública, em geral, e na Magistratura e Diplomacia, em particular, que mereçam ser especialmente distinguidas

As Insígnias compõem-se por:
Laço da Banda da Grã-Cruz .

Placa de Comendador .

Insígnia de Cavaleiro.

"O Presidente da República Portuguesa é o Grão Mestre das três Ordens, usando, no seu retrato oficial uma faixa tricolor representando os três mestrados

(verde para a Ordem de Avis,

vermelho para a Ordem de Cristo

violeta para a Ordem de Sant'Iago)".

2007: Início da Reta Final



Mensagem Especial para 2007

Queremos fazer aqui um alerta e uma exortação de que 2007 é o ano, cabalisticamente falando, do Peregrino, é o ano do Buscador, do Iniciado. Pelo que ouvimos, o tempo está muito curto, o que significa também que 2007 é praticamente o último ano que temos para começar um trabalho real e concreto sobre nós mesmos.

Aqueles que ficam ainda se estão a debater nas dúvidas primárias, na questão elementar do “acredito/não acredito”, estão a perder o seu tempo. Sempre afirmámos que a evolução espiritual não é para pessoas vacilantes, dúbias, que querem estar em muitas escolas e ao mesmo tempo não estão em nenhuma delas.

Esses vacilantes precisam de se definir. Não que alguém vá atrás com uma lança ou um tridente a cobrar coisas. Temos que avisar aqui neste momento que o tempo de vacilações já passou. Aqueles que, de facto, estão interessados em fazer alguma coisa para seu próprio bem e do seu trabalho espiritual, este é o ano, mágicamente o ano que soma 9.

Este é um ano especial para aqueles que já se decidiram, já começaram a praticar inclusive, mas que ainda estavam a levar as suas práticas um tanto ou quanto relutantemente. Sabemos que todos passam por dificuldades e que os conflitos pessoais acentuam-se na medida em que os anos vão passando.

Tenho visto na nossa comunidade Netideia, que há pessoas com sérios problemas e ninguém tem uma pílula mágica capaz de resolvê-los. Os conflitos internos, cada um tem que os resolver na sua intimidade, no silêncio, no encontro de si mesmo. E este é o último ano que temos para isso.

Em 2010, terão triplicado, praticamente os acontecimentos que hoje assistimos e que já estarrecem muitas pessoas. Lá pelo ano de 2012 em diante, nem temos como discorrer sobre isso, porque justamente no dia 22 de Dezembro de 2012 termina o tempo do não-tempo. O que significa que se pode esperar de tudo, se não tivermos trabalhado sobre nós mesmos, trabalhado no sentido do desapego.

É muito fácil afirmarmos “Ah! Eu não tenho apego. Ah! Para mim não tem problema!”. Mas, em contrapartida, quando perdemos um amigo, entramos em depressão, em desespero, mesmo com todo o discurso de desapego.

O que podemos esperar, então, quando as coisas acontecerem numa magnitude muito maior? Esta preparação emocional, psicológica, já era para ter sido feita. Daí o tempo necessário para isso, para crescermos, amadurecermos, avançarmos em relação a estes mesmos desapegos.

Agora, se estávamos ou estamos vacilantes, se não conseguimos superar esses conflitos elementares, então podemos inferir que à medida que os anos forem passando, esses conflitos levar-nos-ão ao desespero e à loucura.

Não estamos a deitar palavras ao vento, nem queremos gerar um clima de pânico, como inadvertidamente acabamos por fazer. Não porque geramos isso, mas só ao falar dos acontecimentos finais, muitas pessoas ficam realmente apavoradas. O nosso objectivo não é gerar pânico e sim preparar os espíritos ou dar as indicações para que cada qual prepare o seu, uma vez que ninguém pode fazer o trabalho por outro.

É claro que nessa época actual, palavras, intenções e objectivos são sempre deturpados. Muitos que ouvem isto, lêem estas coisas ou uma mensagem como esta, tomam-na pelo lado negativo, como uma ameaça.

Em nossa modesta visão, são tontos, pois estão a desperdiçar um aviso que a Divindade deu em vez de trabalhar para superar as suas limitações, estar com o espírito pronto e amadurecido para a vida difícil que se avizinha. Desdenham destas coisas, riem, criticam, atacam... Isso é a humanidade, isso somos nós, não há como mudar.

Por isso mesmo, somos um pequeno grupo, que em certos dias congrega vinte e poucas pessoas, outro dia menos de vinte, há dias em que são mais de 70, houve um tempo em que eram mais de 300 e assim cada qual vai levando a sua própria vida como lhe parece melhor. Nosso dever é avisar sobre estas coisas, alertar que esse ano de 2007 é um ano muito significativo para quem quer construir algo dentro de si, espiritualmente falando. As ferramentas para construir isso foram dadas aqui mesmo ao longo destes anos; há muito material disponível, já são mais de 500 orientações. Este não é um canal noticioso, de novidades.

Quem quiser ouvir novidades deve ler jornais, assistir televisão, ou ir ao quiosque da esquina e comprar jornais e revistas para encontrar novidades.

Aqui trabalhamos sempre com os mesmos temas e, mesmo assim, já abrimos demasiado, devíamos ter focado mais vezes os mesmos temas. Mas sabemos que, para a mente ocidental, para a mente novidadeira, esta repetição acaba por criar um mecanismo de rejeição: mesmo ouvindo, passamos a não escutar.

Há pessoas que nós atendemos nestes anos, e acompanhamos no seu trabalho espiritual diário, que desenvolveram muito em dois anos. Mas isso é uma excepção, são pessoas que se disciplinaram a trabalhar pesadamente, já vieram com trabalho espiritual feito noutras vidas anteriores. Tudo isso faz com que esse factor tempo aqui denominado reduza. Mas o normal da condição de 99% das pessoas que aqui chegam hoje é um trabalho de cinco a sete anos. Isto se trabalhar bem, caso contrário serão quatorze, quinze anos, o normal é mais de vinte anos, pois a dura realidade da humanidade é que ninguém trabalha sobre si mesmo.


É uma grande surpresa quando, aqui no centro, alguém faz um mínimo de 30 minutos de prática, de meditação por dia. constatamos que a média de prática dos chamados médiuns no mundo, não chega a 10 minutos diários. O normal seria que cada um fizesse dez, vinte minutos de um rápido exercício de retrospecção do dia.
Como é que vão formar um centro permanente de consciência em vós fazendo zero de trabalho por dia?

Aqueles que se dispuserem a trabalhar, primeiro compreendem a natureza da Doutrina Espírita, a natureza deste trabalho, o que é o caminho iniciático. Depois de terem compreendido tudo isto, sabendo das dificuldades e das implicações, acima de tudo, de um trabalho como este, expressem, em contrapartida, em termos de trabalho prático diário e ininterrupto.

Não existe sábado e domingo para quem quer o caminho, existe apenas o dia. E o dia é feito de horas, aproveitem essas horas. Muitas pessoas alegam não ter tempo para fazer práticas, mas passam duas horas por dia em frente da televisão e ainda todas as noites ou duas, três vezes na semana alugam filmes, DVDs e aí já vão mais quantas horas?

Se, ao invés de usarem esse tempo para ficar a ver filmes, novelas, noticiários, revistas, etc., o usassem para fazer meditação, teriam o tempo necessário. A crua realidade dos factos é que somos demasiadamente débeis. Entendemos a debilidade e nós mesmos fomos assim por muitíssimos anos. Perdemos um tempo muito grande, não entendíamos a natureza do trabalho, a natureza do caminho, suas implicações, até “cair o pano” e vermos todo o cenário de uma maneira muito clara, muito concreta, de maneira palpável. Perdemos muito tempo ou foi o tempo necessário que, particularmente, gastamos para fazer isso com segurança.

Até porque aquilo que ensinamos não pode ser feito irresponsavelmente, não podíamos ensinar algo que não tivéssemos experimentado antes, senão não teríamos segurança para dizer e afirmar certas coisas. Hoje é diferente, conhecemos mais, vimos as coisas mais claramente, temos uma consciência muito maior do que aquela que tínhamos então. Cada um vai passar por este mesmo processo.

Sintetizando tudo isso, resume-se a trabalhar diariamente. Para nós aqui, estabelecer 30 minutos de prática por dia como mínimo para um médium trabalhador, surpreende muita gente. Pessoalmente, surpreendo-me como achava difícil fazer duas horas de prática e isso não é absolutamente nada.

Devemos aumentar isso para três horas, quatro horas. Como podemos fazer isso? Depende da profissão ou da ocupação de cada um. Então, cada qual tem de encontrar dentro dos seus compromissos normais e da sua sobrevivência diária, os seus horários para isso. Provavelmente vai implicar levantar mais cedo, pois que levantemos às quatro, quatro e meia ou cinco horas. Cada qual define o seu horário de despertar. Entretanto, dar-se-á um grande salto quando pudermos incluir na nossa rotina diária duas horas de prática pela manhã, mais uma hora pela noite antes de ir para a cama. Teremos três horas de prática: meditação, mantras, práticas devocionais.

E, durante o dia, trabalhar muito na auto-lembrança, na autore-cordação, na auto-observação, justamente aquela hora de meditação nocturna antes de ir para a cama seria destinada para fazer reflexões acerca de tudo aquilo que aconteceu durante o dia.

Fazer tudo isso sem pressa, sem tensão, sem stress. Ter o sentido da responsabilidade de fazer este trabalho, mas não o fazer de má vontade, pois se o fizer é porque não entendeu nada. Então, primeiro precisa voltar e compreender a natureza deste trabalho, uma vez que não o compreendeu ainda e, se não o compreendeu, faz as coisas de forma errónea e aí não há resultados.

Não que devamos buscar resultados, assim como nos alimentamos três, quatro vezes ao dia, não para buscar resultados, mas por necessidade. Da mesma forma, devemos fazer práticas por necessidade, não para buscar resultados. Assim, a própria prática torna-se um exercício relaxante e eis que surge o que o Mestre dizia: “amor ao trabalho”.

Se alguém quer fazer este trabalho sem amor, o amor não vem sem ter compreendido a natureza do trabalho e do caminho, começa mal, provavelmente até faz um trabalho inútil, seria melhor nem fazer se for para realizar desta maneira.

Sobre construir um centro permanente de consciência, ele cristaliza-se em função de trabalhos realizados. Não adianta perseguir desesperadamente esse centro, não é uma meta a ser alcançada, é um resultado natural que ocorre em função de um trabalho feito, realizado com amor ao trabalho, é isso que precisa ser entendido. Tirar da nossa mente, nossa vida, todas essas fantasias.

Não adianta alguém pegar num japamala, por exemplo, e começar a repetir mecanicamente mantras, invocações ou orações todos os dias. Isso de pouco serve, pois um papagaio pode fazer a mesma coisa. Temos de estar voltados para isso, voltados para fazer a nossa prática, naquele local mais oculto de nossa casa física e também da interior. E ali onde ninguém nos veja, façamos nossas orações, nossos diálogos com a nossa Divindade anterior.

“mas a quem eu devo rezar?”. Esta é a dura realidade: as pessoas quando chegam ao espiritismo, nem sabem a quem deve rezar. Chegam aqui oriundas de religiões cristãs e nelas ensinaram a rezar para Jesus, pois ele é o filho de Deus. A Gnose afirma que existem os Mestres e que não existe Deus, mas existem Deuses, então a pessoa entra em confusão: “mas... E agora? A quem devo rezar?”. A pergunta é pertinente, mas revela, ao mesmo tempo, o nosso grau de ignorância espiritual.

A partir dessa realidade de zero espiritual que temos para trabalhar, pode ser que alguns tenham 0,1% de esclarecimento espiritual, mas outros, além de zero, começam a caminhar para menos zero, à medida que querem fazer de seu próprio cérebro um liquidificador de doutrinas contraditórias, misturando ensinamentos pertinentes ao lado negro e ao lado branco, achando que tudo é a mesma coisa. Desde que tenha amor, tudo vale.

Uma coisa é o discurso do amor. E digo a vocês que os tenebrosos são mestres no discurso do amor, da paz, da justiça, e é por ai que eles enganam os que têm o seu centro emocional frágil, pois isso é um apelo ao emocionalismo, ao sentimentalismo. Essa é a realidade espiritual do mundo neste momento.

Nem quero aprofundar muito sobre determinadas características, porque a simples menção de determinadas práticas já seria chocante para muitas pessoas e, tomando esses cuidados, já somos acusados de muitas coisas, imaginem quando, às vezes, nos tornamos mais enfáticos ao sugerir que nos afastemos de certas práticas muito aceites, certos ambientes muito freqüentados. Esta é a nossa dura realidade e os tempos estão-se a fechar agora, se temos que tomar uma decisão, tomemos em favor de nosso próprio Pai que está dentro de nós mesmos.

Se não sabemos a quem rezar, o Irmão diz que a meditação é o alimento diário do sábio. Um capítulo do livro Psicologia Revolucionária chama-lhe “O Pão Supersubstancial”. O Dalai Lama medita três horas por dia de manhã, os lamas, os sábios, os místicos do Tibet têm os traseiros chatos por passarem horas e horas sentados em padmasana a vida inteira, meditando com a finalidade de anular a mente e os processos mentais.

E nós, agora com meros 0 minutos, cremos de facto que vamos conseguir alguma coisa palpável e concreta neste caminho espiritual? Vamos tirar a ilusão, se queremos fazer um trabalho sério, vamo-nos olhar em frente ao espelho, olhos no olhos connosco mesmos, vamos assumir um compromisso, decidir realizar algo sério pelo menos a partir desse ano de 2007, cabalisticamente, nove, uma nova oitava. Esta nova oitava terminará no ano 2016 e até lá quem saberá que transformações o mundo terá passado e se nós ainda estaremos aqui?

Esse despertar da consciência, dar-se conta da gravidade do momento e da necessidade de fazer um trabalho concreto sobre nós para deixarmos de ser tão materialistas, tão voltados para as coisas do mundo exterior. Temos que nos voltar mais para o mundo interior.

Um bom começo, seria nesse ano de 2007, começar com três horas de meditação, duas horas pela manhã e uma hora à noite antes de ir para a cama. Porque muita gente deita-se na cama e diz que faz duas horas de prática, mas não é bem assim. É preferível fazer uma hora de prática sentados ao pé da cama em posição Zen, ou padmasana aqueles que conseguem.

Tratar de estudar retrospectivamente o dia, tomar consciência dos seus erros, tratar de ver as suas mecanicidades, procurar encontrar dentro de si uma atitude positiva após uma autocrítica, mas sem culpa. Isto que nos ensinaram aqui no Ocidente de culpabilidade é um problema sério, pois o ego para se esconder faz-se de “coitadinho” e esse é um tremendo obstáculo. Não temos que nos fazer de “coitadinhos”, temos que, simplesmente, olharmo-nos de frente, para dentro de nós, no espelho da auto-reflexão interior profunda e evidente do Ser.

Com paciência, fazendo isto dia após dia, gradativamente, vamo-nos tornar mais profundos, mais exactos na auto-percepção, na auto-análise, na contemplação de nós mesmos e das nossas próprias realidades interiores.

E assim sem pressa, sem tensão, mas seguramente avançando, realizando o trabalho naturalmente, este Centro de Consciência Permanente vai-se cristalizando dentro de nós, a consciência vai ancorando em nós. Temos uma consciência, mas está espalhada, dispersa, não está activa, está adormecida, reage em função dos condicionamentos da própria mente, do próprio ego.

É esse mecanismo que temos de desarmar, este jogo que devemos jogar na meditação. Ficar a observar a própria mente, observando os “macacos” a pular agitadamente de galho em galho, sem finalidade nenhuma. Mas eles pulam. Dominar a mente é um dos primeiros passos, não nos esquecermos de nós, expressarmos a conduta recta, tantas vezes mencionada.

Com todo este ferramental, este conjunto de actividades, gradativamente nosso o mundo interior vai-se modificando. Temos que fazer a nossa parte primeiro, para que a mudança aconteça. Se alguém perseguir uma mudança ela foge, não se consegue nada perseguindo, mas sim permanecendo sereno, tranquilo, em paz, centrado em si mesmo. Só assim as coisas se consolidarão em torno de si mesmo. Enquanto estivermos agitados como pedras rolantes, é claro que nada vai aderir.

"Estas práticas meditativas costumam reduzir o tempo de sono de oito para menos horas". Acho muito difícil alguém reduzir para três horas, eu reduzi para quatro, cinco horas bons tempos na vida enquanto estava a fazer experiências comigo mesmo. Agora encontrei um outro ponto de equilíbrio que me parece mais adequado, mas são possíveis umas cinco horas sem se desgastarem.

Um dos obstáculos que temos é exactamente esse, se nos levantamos ás cinco horas da manhã e deitamos às dez, onze horas da noite, então ficamos um largo período acordados. A natureza mostra claramente em factos que todo o animal precisa, neste meio tempo, de repouso.

Aqueles que puderem, na hora do almoço, tirar para si 15, 20, 30 minutos para repousar, para tirar uma soneca ou fazer alguma prática interna, isso vai dar um alívio no sistema nervoso, no sistema parassimpático. É altamente aconselhável, mas sei que na cultura e no mundo desumano de hoje, poucas empresas oferecem essa possibilidade, este repouso na hora do almoço.

Sacrificar algumas coisas e trabalhar menos, para que se possa ter mais tempo para si e para este trabalho, isso realmente é importante. É claro que nenhum de nós vai poder abandonar tudo, aqueles que têm compromissos de família, são casados, têm família para sustentar, não podem ser levianos a ponto de largar tudo. Mas podem gradativamente mudar a sua condição, reduzir compromissos, reduzir gastos, trabalhar menos.

Procurar alternativas sem pressa, Procurando o apoio da Lei, comprometendo-se com a Lei, fazendo isso, digo-vos que as oportunidades abrem-se. Mas cada oportunidade que nos é aberta a partir destes meios aumenta mais o nosso compromisso e responsabilidade. O melhor é não negociar nada com a Lei Divina se não temos a certeza e a segurança de cumprir com o juramento.

A causa dos fracassos, é porque não criamos o hábito de fazer as práticas, começamos a fazer essas práticas hoje, sustentamos essa rotina durante uns quantos dias e então surge um acontecimento qualquer, um convite para uma festa, uma reunião de amigos, um aniversário não sei de quem, uma oportunidade de ir à praia e no impulso vai-se. Ao voltarmos, já não é a mesma coisa, algo afectou, balançou e não temos a força necessária, o thelema, para retomarmos essa vida.

O que precisamos entender é que se alguém quer esse caminho, deve transformar-se num monge na sua própria casa, na empresa, ou no trabalho em que está. Tem que encarnar este princípio do monge, fazer o seu trabalho, enquanto trabalha. Isto da conduta recta, do amor Ágape, isso da ética superior, abordada no tema das paramitas.
São ferramentas formidáveis que nos permitem trabalhar concretamente com factos, não na teoria, filosofia do espiritismo, mas nos factos concretos. Cada qual tem que encontrar a sua maneira de resolver isso, todos nós sabemos que precisamos de fazer trabalhos concretos, práticos, cumprir uma rotina de práticas esotéricas diárias, sem falhar nenhum dia.

Recentemente, alguém me consultou: "Ah! Estou a pensar “dar um tempo” nas minhas práticas espirituais, o que achas disso?". Ele já sabia qual era o meu pensamento, mas mesmo assim perguntou. As pessoas sabem, mas duvidam daquilo que sabem, querem encontrar nalguma palavra nossa um motivo para “dar um tempo”, só que esse “dar tempo” é igual a morrer, deitar fora o trabalho, uma vez que muito pouco resta.

Se viemos de uma rotina de trabalho de seis meses, duas horas por dia, é claro que isso gera um resultado interior, pode não ser muito, mas já tem alguma coisa dentro de si, percebe-se que houve mudanças dentro de si.

Então diz: "vou dar um tempo". Uma semana que passe ele volta ao zero, se algum dia retornar, e se retornar vai ser muito mais difícil. O inimigo que está dentro de nós gerou resistências, defesas naturais muito mais poderosas que estarão á espera deste pobre estudante quando ele tentar voltar, se é que vai voltar. Estatisticamente, a maioria não volta.

Se pegarmos nos seus princípios de qualquer doutrina e os implementarmos, seja numa instituição como as de recuperação de dependentes químicos, numa empresa ou na nossa vida pessoal, é claro que as coisas começam a mudar. Mas para isso é preciso ter um poder de vontade. Porque toda a vez que alguém começa a fazer um trabalho à frente de uma instituição, surge uma oposição tremenda, essa oposição que surge de fora todas as vezes que alguém quer fazer um trabalho, surge porque está dentro de nós.

È só alguém querer implementar na sua vida pessoal uma disciplina de trabalhos espirituais que essa resistência surge de dentro dele, ao que damos o nome de o Demónio da má vontade. Aquele que opõe resistência a tudo, o que condena e entrega o Cristo à crucificação.
Todos estes princípios de luz e de trevas estão dentro de nós, auto-conhecimento é pesquisar. Não se faz da noite para o dia, demora, sofre-se, cai-se muitas vezes, mas nenhum Mestre está ali com uma maquinazinha de contar quedas, eles não vêm isso, só vêm se o discípulo continua na luta, mesmo tendo tombado novecentas e noventa e nove vezes. Olham o espírito de luta e darão quantas oportunidades forem necessárias para ele continuar na guerra. Agora se cai e aproveita para tirar uma soneca no chão, é claro que não merece nenhuma oportunidade.

Essas coisas elementares e simples é que temos de considerar neste trabalho, não ficar com tantas teorias. Infelizmente, dentro do espiritismo, conseguimos transformar uma doutrina num amontoado de fantasias, princípios rígidos ou leis incompreensíveis, quando o que os mestres quiseram foi passar-nos um sistema prático de vida e não sistemas complexos que servem apenas para afiar o intelecto.

O conhecimento é dado, trazido ao mundo, mas cada qual utiliza como quer, não se tem, nem se pode ter o controle sobre isso. Cada qual é livre para escolher o que quer fazer, ninguém é obrigado a acreditar em Espiritismo, em Mestres, em Avatares, em coisa nenhuma. Mas respeite aqueles que acreditam, deixe o outro acreditar, se alguém vem pedir ajuda, ofereça ajuda, se é que tem algo a oferecer.

No Sutra da Mente consta um ensinamento budista dado a um grupo super-reservado de Buda quando esteve entre nós no mundo. Nesse sutra é comentado o seguinte: quem teria maior mérito? Aquele que tivesse tesouros suficientes para encher três universos inteiros e doasse para caridade, teria um grande mérito, mas o mérito maior, ensinou Buda, era daquele que pegasse em quatro linhas ou princípios de uma doutrina santa e ensinasse isso às pessoas para que elas se pudessem livrar da dor, do sofrimento e do Samsara, esse teria maior mérito, e não aquele que doou o tesouro do tamanho de três universos. Comparativamente, valeria mais aos olhos da lei aquele que simplesmente ensinasse quatro linhas de um ensinamento redentor. Isto é motivo de reflexão.

È evidente que para ensinar quatro linhas de um conhecimento, primeiramente precisamos compreender essa doutrina, porque de contrário, possivelmente, ainda vamos adulterar essas quatro linhas. Precisamos ensinar algo de uma doutrina legítima, doutrina branca como denominamos aqui e ensinar isso a outras pessoas. Esse é o terceiro factor de revolução da consciência. Agora como ensinar se nem a compreendemos? Aí está um dos desafios. Queremos ensinar sessenta e três livros, trezentas conferências quando nem entendemos a primeira linha, só deveríamos ensinar a primeira linha desse ensinamento, assim estaríamos a agir correctamente.

Percebam como é subtil, delicada, toda esta questão do ensinar, compreender, do dar, movimentar-se nestes desdobramentos destas realidades cósmicas. Alguém que conhece uma doutrina salvadora, que o pode libertar do sofrimento do Samsara, começa a praticar e depois abandona-a porque não consegue superar as resistências vindas de si mesmo e desiste, só por si mesmo atrairá maiores sofrimentos.

O sofrimento dá-se em função da dor e do prazer, sofrer também gera mais sofrimento, prazer também gera mais sofrimento. O sofrimento e o prazer são apenas duas faces de uma mesma moeda neste mundo da forma, temos que ir para o Vazio, para o Nirvana, sair do mundo da forma e diluirmo-nos na não-forma que se chama Nirvana.

O Nirvana não é um lugar, é um estado de consciência e isso remete-nos ao que o espiritualismo diz: ir além da dualidade da mente. Enquanto estivermos a ser moídos, esmagados pela dualidade da mente, dor e prazer, sim e não, feio e bonito, esses princípios da forma só nos gerarão mais dor. Liberdade só haverá quando fugirmos da dualidade da mente, muitos sonham com liberdade, alimentando a dualidade mental, isso é um absurdo, não têm ideia do que estão a fazer.

Oxalá seja claro ao expressar isto, colocando certos princípios desta forma. Então, vence aquele que preserva. Os Mestres, os Deuses, eles não estão ali para contar as nossas quedas, isso é normal, faz parte do aprendizado. Não há como fazer consciência e renunciar à dor ou ao prazer sem ter vivido a dor e o prazer.

Aceitação e rejeição, não temos que aceitar nem rejeitar, temos que achar a compreensão, o vazio, a consciência, romper os apegos, os lastros, e isso dá-se pela compreensão. Gradativamente, vamos construindo a nossa libertação e não precisamos de acreditar ou não em Deus, pois isso é da dualidade da mente, devemos ver o aspecto vazio que está entre os dois. Esse é o único desafio que nós temos. Despertar a consciência é cair no vazio, viver na compreensão, não na dualidade dos extremos.

Muitas pessoas, para fazerem o trabalho, querem uma motivação, mas a motivação que elas buscam é a motivação da cenoura na ponta da vara, de uma recompensa, um prémio. Neste caminho esse tipo de motivação não serve. As empresas, como motivação, oferecem recompensas pecuniárias, dinheiro ou promoção e assim jogam o seu jogo de sedução e tentação.

A única motivação neste caminho é superar o Samsara, o mundo da forma, diluir-se no vazio, encarnar o Cristo, o Buda. Isso são formas, palavras que usamos para dizer a mesma coisa, transmitir uma realidade que nos escapa aos cincos sentidos ordinários. Se tivéssemos pelo menos o sexto sentido aberto muitas dessas explicações tornar-se-iam ridículas e desnecessárias.

Aí estaria uma boa motivação, porém todo o novato faz esta pergunta: "mas porque devo praticar isto?”. Quando nós, como instrutores, também éramos novatos ou simples estudantes, a dizia-mos: "ah... Para despertar os seus poderes, alcançar a felicidade ou para você poder viajar no astral". Isso é tudo criancice, não passa da cenoura na ponta da vara para motivar o burro a puxar a carroça, motivar a seguir com o Samsara, aprisionados neste mundo como escravos das ilusões.

Para mim, a maior motivação é libertarmo-nos de todos esses mecanismos, realizar o vazio dentro de nós, não como algo a ser perseguido, mas como uma expressão que precisamos utilizar para transmitir que algo acontece, mas que, por nossa cegueira, surdez, nos afastamos e nos esquecemos dessas coisas.

Então, muitas vezes temos de dizer a um novato: "não para despertar seus poderes". Isto porque talvez ele queira poder no começo. Então precisamos esticar uma varinha e colocar uma cenoura na ponta, senão nem sequer ele se motiva a estudar. Entretanto, se queremos avançar nestes ensinamentos, esqueçamos isso, agora é hora de sentar em padmasana e achatar os nossos traseiros, entrar em meditações dia após dia, até algo acontecer, mudar, até havermos ultrapassado as trevas de Maya ou deste véu que nos prende ao mundo da forma.

Não há outra maneira de explicar estes princípios ou realidades. Na Teosofia aprende-se a fazer lindas e maravilhosas palestras, mas não se aprende prática nenhuma.
Só se aprende as práticas aqui praticando ou eu certos livros antigos. Comete-se erros no começo, mas corrigem-se. Se tiverem a felicidade de experimentar esse vazio iluminador, que alguns conseguem experimentar, quem sabe alguém de nós seja abençoado com uma experiência dessas. A minha motivação não passa por ai, é outra, não serve praticamente para ninguém.

Agora, aqui mesmo na fraternidade, houve pessoas que tiveram experiências similares a essa e esse foi um factor definitivo nas suas vidas para se lançarem às práticas com mais intensidade e inclusive alargar o número de horas diárias. Aqui entre nós há pessoas que realmente praticam seis horas de meditação diária há muitos anos. O que falamos aqui não é filosofia, é constatação do trabalho colectivo desta instituição, parte da história da fraternidade que representamos. Não quer dizer que somos melhores, nem melhores nem piores, pois isso é da dualidade mental, estou apenas relatando factos sem pretensões.

O que eu quero dizer quando o estudante alcançou algo de concreto. Uma experiência do Vazio Iluminador, um desdobramento consciente desde o momento que ele descola do seu corpo, sai do seu quarto, vai a algum lugar, faz o que tem de fazer, vê, examina, toca, dialoga, e depois, sem nunca ter perdido a consciência, retorna a seu corpo físico, percebendo como se dá o encaixe, uma percepção clarividente de um elementar, um diálogo com um Mestre trás a lembrança até o cérebro, despertar Kundalini, ativar os chakras, tudo isso é concreto.

Essas coisas, sim, dão motivação á pessoa. Por outro lado, conhecemos pessoas aqui na fraternidade e fora daqui, que foram médiuns trabalhadores e que tinham muita facilidade em sair para o astral. Eles relatavam experiências fabulosas, até para a inveja de muitos irmãos que praticamente nunca saíram para o astral. No entanto essas pessoas com tais habilidades afastaram-se do templo. Com isso quero dizer que o mundo astral e as suas experiências são muito ilusórias e quando falamos no Vazio é ir além dessas dualidades mentais e dos fascínios dos paraísos moleculares. Devemos ir além de todo e qualquer fascínio e o mundo astral fascina a muitas pessoas.

Dentro do espiritismo fala-se muito em sair para o astral, de tal maneira que existe quem pense que é só fazer isto ou aquilo e nessa noite sai para o astral e que a partir daí sai para o astral quando se quer e á hora que quer. Este é um engano, decepciona muita gente. Raríssimos são os que conseguem sair para o astral, apesar de todo o empenho e motivação que se tenta transmitir ás pessoas.

Isto porque o desdobramento astral não depende da vontade de alguém. Desdobrar o ego é relativamente fácil, mas para desdobrar o corpo astral primeiro é preciso possuir um corpo astral e quantos de nós temos um corpo astral? Estou a falar em termos de humanidade, pode ser que aqui nesta sala, grande parte de nós tenha um corpo astral porque um dia já o forjou. Porém está tão doente, acabado pelos milénios de lama onde estamos rolando que praticamente perdemos todos esses poderes, então quem se empenhar a trabalhar com meditações, pranayamas, mantralizações, em dois anos, se trabalhar diariamente, passa a ter essas experiências.

Se cairmos no fascínio, isso tornar-se-á nosso inimigo e provavelmente a causa do nosso fracasso na iniciação, até podemos sair em astral, mas aquele que se deixa fascinar atirar-se-á ao mar pelo canto da sereia e vai morrer afogado. Ulisses, que não era bobo, pediu para ser amarrado ao mastro do seu navio, os outros marinheiros que estavam com ele, deixaram-se atrair pelo canto da sereia e atiraram-se ao mar, morrendo afogados.

O mundo astral derrota muitos incautos, esses que se fascinam pelas belezas e paraísos que se podem encontrar. Esta não é a finalidade do Centro, o objectivo não é desdobrar o corpo astral ou o ego, isso serve para qualquer escolinha na esquina, para os espaços esotéricos pop. O objectivo do Centro é a auto-realização, eliminar os seus defeitos, tornar-se uma pessoa virtuosa, um santo, um casto, alguém que se estabelece no Vazio, encarna o seu Buda íntimo e para alguns do seu Cristo intimo, de acordo com o caminho que eleger ao longo da iniciação. Isso é o Templo, não é ensinar alguém a desdobrar e a ter poderes isso é decorrência natural de uma prática que se faz e que precisa ser feita.

Tudo precisa de ser construído, esta construção faz-se da mesma maneira que um pedreiro constrói uma casa, tijolo a tijolo, são horas e horas de meditação todos os dias sem falhar, isto é um trabalho concreto, não é fantasia. Fantasia é você ler livros e é uma das maiores dentro do Templo, pois não é por carregar todos os livros de espiritismo e mediunidade nas costas que alguém se vai iluminar.

Sair para o astral com o ego consciente não é prova nenhuma, é algo concreto, isto é verdade, mas não é prova de avanço espiritual. Porque muitos percorrem as iniciações maiores sem se dar conta, da consciência adormecida, não porque são adormecidos, mas porque os adeptos vigiam muito zelosamente a libertação dos aprendizados que recebemos nos mundos superiores. Nem tudo o que nos é ensinado nós trazemos ao cérebro físico, porque eles não deixam e às vezes são surpreendidos quando alguém consegue furar esses bloqueios que eles utilizam para a nossa própria protecção.

De alguma maneira, eles tentam evitar que acabemos fascinando-nos com essas experiências e esquecendo-se do verdadeiro trabalho, que é desenvolver o fogo interior, Kundalini, que é a base de todo trabalho iniciático. Não estou a falar do chamado desenvolvimento espiritual, porque hoje em dia todas as pessoas dizem: "ah... Porque isso é bom para meu desenvolvimento espiritual". Mas que desenvolvimento espiritual é esse de que as pessoas falam?

Acham que é ler livros, participar de alguns rituais debaixo de uma árvore, participar de uma cerimónia externamente realizada nalgum templo Budista, Rosa Cruz, Teosófico, isso é o chamado desenvolvimento espiritual dessas pessoas? Então eles estão a milhões de anos-luz da realidade.

Quando, em espiritismo, se fala em desenvolvimento espiritual, ele é medido, esse metro é o fogo que cada um transporta dentro de si, "com a vara que medirdes sereis medidos". Quando uma entidade quer medir o avanço de um discípulo, por um processo, eles sacam o Kundalini da coluna de uma pessoa e medem, assim como nós, com uma fita métrica, medimos a altura de uma cerca, com os olhos espirituais vê-se dessa forma. Não é vago, não é "ah... Ser vegetariano é muito bom para o meu desenvolvimento espiritual", é capaz de morrer de inanição(A inanição pode resultar de um jejum, uma carência de alimentos, anorexia nervosa, doença gastrointestinal grave, um acidente vascular cerebral, má nutrição), conquistar alguma enfermidade de deficiência vitamínica antes de se desenvolver espiritualmente.

O único desenvolvimento reconhecido é medido pelo fogo, todos nós começamos como simples alunos e eles sabem dessa condição de recém chegados ou então de lutadores antigos que, por razões kármicas, não conseguiram maiores avanços. Nesse caminho, primeiro paga-se o karma, ou o grosso do karma, para depois se ter direito aos tesouros do espírito. Imaginem por um momento que se Deus ou a Lei fossem imprudentes a tal ponto de libertar os tesouros espirituais a uma pessoa que não pagou ainda as suas dívidas, vocês fariam isso? Emprestariam dinheiro a um conhecido enganador? Se nós aqui não fazemos isso, muito menos a Lei Divina que nos conhece por dentro e por fora.

Os princípios são idênticos, o que se faz aqui com aquilo que se faz lá, eles fazem tudo com perfeição, nós aqui o máximo que podemos buscar é a excelência no fazer, esforçarmo-nos muito para ter um bom resultado achando que aquilo é a perfeição, mas bem longe se está da perfeição. Agora as entidades, diferentemente, só aceitam a perfeição. Nos iniciados até á terceira iniciação maior há muito tolerância. As coisas lá são muito precisas, adequadas ao raio, à natureza, ao carácter e ao grau de cada um de nós.

Se tivermos fantasias durante o dia, elas tornam-se sonhos à noite, isso não é necessariamente uma experiência concreta, parece concreta, mas porque estamos adormecidos não temos capacidade de saber se ela é concreta, podemos ter a impressão de que era algo real, mas é só uma impressão.

Muito cuidado com essas "experiências". Cada qual deve encontrar a sua motivação para fazer o seu trabalho, mas com a seguinte ressalva, não procure resultados, pois o resultado fugirá.
Devemos fazer o nosso trabalho da mesma forma que fazemos o nosso alimento o qual comemos todos os dias para manter o corpo saudável, da mesma maneira tem que se alimentar o espírito para que tenha saúde, força e energia para trabalhar no seu mundo. Assim como o corpo trabalha aqui, o espírito trabalha lá, a alma trabalha lá, são três mundos distintos, corpo, alma e espírito.

Oxalá isto seja o suficiente para acordarmos, fazer práticas. Este é o ultimo ano, o ano definitivo, o ano que representa o transpor do umbral dos nossos trabalhos.

Namastê

O que é um Espírito Cobrador?



Vou tentar explicar aqui o que é um cobrador espiritual, o porquê da cobrança e contar a minha experiência pessoal com o meu cobrador.


O que è um cobrador espiritual?
Um cobrador espiritual, é um espírito que está ligado a nós de vidas passadas, é alguém a quem no passado fizemos mal ou magoámos se alguma forma.
Pode ser um namorado ou namorada que rejeitámos numa vida passada, um funcionário maltratado, um amigo que desrespeitámos, um filho que abortámos, etc. .


É, de certeza alguém que esteve ligado a nós, e que hoje se quer vingar, cobrar de nós o que lhe fizemos. Um namorado rejeitado pode hoje para se vingar, não nos deixar estar com ninguém, daí muitas pessoas dizerem “eu não acerto” acontece sempre algo que leva á separação e no entanto gostam um do outro. .


Este espírito, na sua acção, é em tudo semelhante a um espírito obsessor, os sintomas são os mesmos, as formas de actuar também são iguais. .


Como se nota a diferença entre um espírito obsessor e um espírito cobrador?
- um espírito obsessor faz mal á pessoa obsediada e aos que a rodeiam.
- um espírito cobrador só faz mal áquele de quem quer cobrar. .


Não sabemos hoje, ao tratarmos mal um vizinho, um amigo, um feto, etc., se não estamos a criar um cobrador para uma vida futura, a nossa acção estará em tudo dependente do conhecimento e dos sentimentos do outro. .


Imaginemos um ser que na vida passada era um vizinho com o qual não nos dávamos, no astral, ele aceita vir como nosso filho para que assim nos entendamos através do Amor mãe/filho. Mas, sou uma mão materialista e egoísta que só penso em mim, aí vou usar o filho até como desculpa, que não tenho condições para o criar, que esteticamente o meu corpo altera, etc, etc….


Este espírito, aceita vir como filho, mas a dita futura mãe aborta, desta forma ele pode pensar que:
Então eu até aceitei vir como filho dela, queria resolver isto, e ela aborta? Como vêem eu tenho razão… e cola-se á que era para ser mãe tentando assim prejudicá-la. O mesmo acontece ás mulheres que simplesmente não querem engravidar por vaidade corporal ou seja o que for, ele no astral vê que não pode vir e pensará da mesma forma. .


O espírito cobrador só é reconhecido em centros espíritas com espíritos com conhecimentos, pois será confundido com um obsessor normal, isso é um erro, que leva as pessoas a incorrerem em situações ainda piores. .


O espírito Cobrador, não pode ser tratado como o espírito obsessor, pois está sob a alçada de uma protecção do astral.
Ele está obviamente errado na sua acção, mas é a sua vontade de cobrar directamente daquele que lhe fez o mal. Por isso tem protecção e não conseguem afastá-lo da pessoa da mesma forma que se fosse um obsessor comum.


JC

Água Pranada




O Prana:

é uma das 5 energias que recebemos sob influência da lua e do sol, estas influências são muito conhecidas nas marés, na agricultura, etc.

Vende-se águas para todos os fins, a água é o negócio do século; com sabor a isto ou aquilo, com este ou aquele gás.

As pessoas dão valor ao dinheiro, porque têm de trabalhar para o aquirir; instintivamente, só o que é pago (acostumados a ter de comprar tudo), é que tem valor.

A água Pranada faz bem a:

- Energéticamente.
- Corrente sanguínea.
- Sistema linfático.
- Regulação intestinal.
- Estômago.
- entre outros...

Custo desta água?
- 0


Onde adquirir?
- em sua casa.


Como?
- efectuando os seguintes passos.

Material necessário:
- um jarro de cristal ou vidro incolor.
- uma janela, terraço ou varanda.
- água

Modo de execussão:

- lave o jarro em água corrente.
- encha o jarro com água do poço, canalizada, engarrafada, etc
- tape o boca do jarro com um tecido branco limpo e que não seja usado em mais nada.
- depois das 10:00 horas da noite, coloque o jarro perto de uma janela, num terraço ou numa varanda, de forma a que apanhe directamente os raios lunares.
- retire o jarro antes da 09:45 horas da manhã, após esta hora os raios solares são muito forte e estragam a água.

Conclusão:

A água durante a noite recebe os raios Lunares e durante a manhã os primeiros raios Solares, que é a altura prânica. E durante este período que o Prana é mais intenso e as outra energias menos intensas.

Saboreie esta água no próprio dia, e depois comente aqui...

JC - Místico (estudante de mistica)


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Mestres



Mestre é reconhecido como tal, jamais achará que o é, jamais usará esse nome ou se achará digno dele.

Cuidado com os falsos mestres que aprendem a ler meia duzia de livros.

O Verdadeiro Mestre aprendeu atrvés de Vivências e vidas passadas.

Serás Mestre quando um dia não tiveres de pensar no que fazes.
Serás Mestre quando um dia a obra for tão natural em ti como o respirar, em que não tens que pensar de cada vez que fazes uma inspiração ou expiração.

Um Mestre jamais saberá que o é.
Aquele que se julga mestre, vibra na vaidade e no cíume, por isso os Verdadeiros Mestres ainda o não aceitam como Discípulo.

http://netideia.blogspot.com/

JC - Um Pré-chela (aquele que se propõe a aprendiz)

A Evolução e o Cosmo


O mundo está cheio de entendidos no Cosmo e Evolução, vamos ás livrarias e é o que se vê, vamos ás palestras onde esses senhores ganham rios de dinheiro por palestra e é o que se ouve.


Desisti há algum tempo de assistir á maioria das palestras com estes temas, pela simples razão que falam muito e não dizem nada, inventam-se novos nomes para as coisas, eliminam-se outros, sugerem-se uma trocas de nome, "antigamente era assim, mas agora é assado", "antes chamava-se isto, mas agora chama-se aquilo", bem...


Com papas e bolos se engana os tolos, e tolos é o que não falta por aí.


Muito se fala do Cosmico, sem se entender o filho que se tem em casa; a evolução existe desde sempre, ainda nós pequenos seres tinhamos um corpo fisico em forma de óvoide, cheio de esporos (época em que o planeta Saturno exercia influência sobre os seres que viviam no Cosmo).

hoje alguns desses esporos são os 49 chakras e não 7 como dizem), e já os seres da criação sabiam que iríamos criar karma, por isso, até esta fase evolutiva, os planos são de expiação.

O nosso sistema Solar, é o último plano de expiação, depois deste plano não mais existe karma. entramos nos planos evolutivos. Muitas são as pessoas que desencarnam nos dias de hoje, e não voltam a este plano por terem expiado o seu karma na forma dolorosa com que desencarnaram.

Entre estes dois planos, existe um intermédio, para desligamento deste e aprendizado ou abituação ao próximo. Assim, ainda num próximo plano, os seres que tiverem a condição vibratória e evolutiva para isso, reencarnarão num corpo físico ainda.

Os seres que ainda o não conseguem, reencarnarão no planeta que vier para o lugar da nossa Terra-Mãe. A evolução do ser, é feita através das vivências passadas, e do dia a dia de hoje, nós somos hoje a soma dos nossos passados.

Ninguém evolui mais como ser por ter uma formação académica ou por ler milhentos livros; o ser evolui de dentro para fora e não de fora para dentro, por isso, por muita informação, seja ela certa ou errada, que assimile, denada lhe vale nas contas cósmicas. Acho interessante que um amigo meu, estude a ligação cósmica ao dinheiro...
Dhaha...
O dinheiro é terreno, Material. era cosmica a energia, antes de ser feita a nota...

essa energia foi condensada. O dinheiro não tem ligação nenhuma ao cosmo.

Em relação ao dinheiro, o que tem ligação ao cosmo é apenas uma coisa: O que ele enquanto Ser, faz com o dinheiro; e o que fez para o ganhar, isso sim é cosmico.

Não esqueçam que o cosmo é aqui também, é o todo.
Olhemos á nossa volta agora mesmo, este portal de comunidade espiritual, o negócio que começa a estar montado, tenho uma comunidade cheia de publicidade do google ou do adsense, cada vez que alguém clica aí, os donos da Comunidade ganham dinheiro... Que tem isnto de espiritual? de ligação ao Cosmo? nada de nada...

Como o consegue, o que faz ou pensa para o conseguir, isso sim é cósmico e tem ligações. Não estou a criticar, a mim não me custa nada esta publicidade, usei como exemplo, pois os exemplos estão já aqui, em nós, á nossa volta e não nos outros ou mais além.

Admiro as pessoas sábias, que descem ao patamar do inculto, para assim poderem ser escutados e entendidos, mas isso não dá dinheiro.

Quando se fala de Cosmo ou Cósmico, fala-se de energias; são a mesma coisa, chamem o que quiserem. Nada temam irmãos, as Energias Cósmicas não são controladas nem controláveis pelo homem, não são um bem ao dispor de alguns; ninguem detém o poder das energias, isso não existe, não as guarda sequer, as Energias Cósmicas rodeiam-nos a todo o instante, são energias positivas e negativas pois o cosmo, como a natureza tem de tudo, um sem o outro anulavam-se; podemos isso sim usufruir delas consoante aquilo que somos, retê-las?

impensável, elas circulam, elas fluem... aproveitem-nas. Cada vez mais se vê teologias cosmicas e terapêuticas, a criarem adeptos enganados naquilo que são e como funcionam as ditas energias. Coitado daquele que pensar ser detentor do um dom ou conhecimento energético único e pessoal. O próprio nome Cósmico contraria e é contrário a essa ideia ou teologia.

A Obsessão



Todos os seres e objectos sofrem influências do Cosmo, os vegetais, os animais e o ser humano sofrem influências de toda a ordem, as influências mais conhecidas entre nós são as influências da lua sobre as marés, e no homem sobre o crescimento do cabelo no quarto crescente e a diminuição no quarto minguante.


As plantas também sofrem influências da lua tendo uma data com determinante para o seu plantio e reprodução. Existe a obsessão tanto de desencarnados para encarnados, como de encarnados para desencarnados como por exemplo as pessoas que rezam a pedir ajuda àqueles que desencarnaram.


Isto vai prejudicar o desencarnado pois vai mantê-lo preso à matéria. A alma é a centelha divina que liga Deus ao coração.(brevemente novo tema) O espírito tem 7 corpos e uma alma.(brevemente novo tema) A obsessão é uma influência negativa externa de ordem espiritual que se manifesta principalmente em locais de baixa vibração, em geral locais com muito fumo, bebida e barulho.


O espírito obsessor começa a aproximar-se tentando penetrar o campo magnético da pessoa. A obsessão dá-se em primeiro lugar através do corpo mental inferior positivo (leia brevemente o tema Corpo Mental), nomeadamente nos momentos em que a pessoa está virada para si mesma, para o seu ego. Neste momento o espírito obsessor sintoniza-se com a forma de pensar e com os desejos da pessoa, ou seja, sintoniza-se com o seu ego.


Depois de conhecer os desejos da pessoa e se estes coincidirem com os seus próprios interesses, o obsessor vai actuar sobre a pessoa de forma a intensificar esses desejos mesmo que sejam prejudiciais para a pessoa e que a afastem da linha evolutiva para Deus, desta forma não é detectado.


Nesta fase, a acção do espírito obsessor encontra-se já não ao nível do corpo mental inferior positivo (conhecimento do ego da pessoa) mas sim do corpo mental inferior negativo (agressão do corpo da pessoa).


São vários os interesses do obsessor mas os principais são 4:


Por despeito ou demanda (divergência) do passado;


Por gostar da vibração da pessoa;


Porque o obsessor quer possuir um corpo para sentir os prazeres do mesmo (comida, fumo, bebida, sexo, etc…);


Para retirar ectoplasma do corpo físico para os seus próprios trabalhos espirituais de baixo astral causando desvitalização ou produzindo males no corpo físico.


O espírito na matéria é obsediado pelas seguintes razões:


Pelo livre arbítrio do obsessor


Pela deformação do corpo mental


A deformação do corpo mental ocorre devido ao mau comportamento e desequilíbrio da pessoa. A obsessão também está relacionada com estas causas indirectamente, mas as suas razões directas estão ligadas aos pensamentos e desejos da pessoa.


A obsessão funciona de forma alternada pois o obsessor não consegue estar 24 horas por dia junto ao obsediado. É por isso que algumas das formas de identificação de obsessão são a mudança repentina de comportamento (juntamente com os sintomas já descritos) e quando a pessoa argumenta em defesa dos seus próprios erros.


Os sensitivos, pessoas que trabalhem com energias etc, são alvos fáceis para estes espíritos, que são profissionais a fazer a pessoa pensar que o pensamento é dela. O mesmo acontece com certos médiuns, que incorporam espiritos que se dizem de Luz. Se ele dissesse a verdade, que é um espírito ignorante ( ignorante não tem a ver com formação académica), deixariam ele continuar a incorporar?


Quem é o inteligente, quem é?


Uma pessoa, um espirito encarnado, ao desencarnar não passou a ser menos ou mais inteligente do que era, ele continua com os conhecimentos que tinha, a inteligência está no tálamo e não no cérebro; por isso, há muitos espíritos desencarnados que em vida liam livros espiritas, estudavam teologias, médicos, advogados, etc. como os não vemos, julgamos que em vida todos eram pedreiros ou donas de casa e que não conhecem nada. sabe mais um espirito ignorante, do mais baixo astral que possa existir, do que um estudante ou guru sobre mística e energias... Ele está do lado de lá.


São eximios a lidar com o nosso ego, a nossa vaidade, etc, desde que a coisa nos envaideça ou encha a carteira, deixamos tudo pois não desconfiamos. Quando se diz estai alerta e vigiai, não é vigiar a porta ou janela, não é vigiar para fora; é sim vijiar para dentro.


A única forma de detectar isso é estando alerta a nós mesmos, aos nossos pensamentos, gestos, acções, desejos e vontades.


Os desejos são negativos as vontades são positivas.


Pensamentos inferiores:
Todo o pensamento que é menos nobre acerca dos outros ou da própria pessoa.


Vontades:
Vontade é a faculdade racional e equilibrada de querer, no seu aspecto positivo.


Desejos:


Desejo é uma aspiração igual à forma irracional de querer.
O desejo serve genericamente para prender as pessoas ao mundo físico excepto num único caso que é o desejo de evoluir para Deus.


Costumes:

São rituais conscientes ou inconscientes que são praticados pelas pessoas no sentido positivo ou negativo.


JC - Um aprendiz

Localização dos Chakras



Chakras:
são espécie de válvulas ou vértices que captam energia, não emitem energia.

Os chakras situam-se num plano mais subtil (corpo sensor, ver formação dos 7 corpos)e estão ligados ao corpo físico.

Os Chakras existentes no corpo humano eram os esporos que tinhamos enquanto seres ovóides e são 49 mas o seu estudo incide apenas sobre os sete principais chakras que são:


Chakra raiz localizado entre o ânus e os órgãos genitais
Chakra umbilical localizado junto ao umbigo
Chakra esplénico localizado na zona do baço
Chakra cardíaco localizado na zona do coração
Chakra laríngeo localizado junto à laringe
Chakra Frontal localizado na região do Olho de Shiva
Chakra Coronário localizado no alto da cabeça

JC - Terapeuta Energético (alinhamento de chakras)

Se quer saber mais sobre chakras, use o mail que está no blog (http://netideia.blogspot.com)

Comunidades


Salvé Irmãos,


Cheguei a uma comunidade há 24 horas atrás, a convite de um irmão que é médium e director de templo, no centro espírita onde trabalho como médium.

Adorei o calor e o carinho com que fui recebido, enalteceu o meu ego claro.

A minha vinda aqui, tem como objectivo, fazer parte de uma comunidade, que tem o mesmo objectico em mente, ou seja, divulgar a "mensagem" e poder ser útil...

Vir aqui apenas para postar poemas ou textos copiados que não sinto, apenas acho bonitos, não teria sentido, isso fazia-o num blog ou num bloco.

Notei, que muitas pessoas usam e estão no portal, para adquirir adeptos para as suas comunidades.
clubismo? isso nao é espiritismo, o espiritismo não se impõe nem se oferece. O espiritismo para respeitar as leis kármica e casual, não se pode oferecer, tem que ser procurado.

Em 24 horas de portal, o que vejo não é espiritismo, vejo uma luta de poder pelos lugares, dissimulada em palavras belas, muitas delas da autoria de outrém.

Sejamos espíritas nas acções, e não só nos títulos.

Não nos vamos gabar disto ou daquilo, Vamos sim, construir uma comunidade de Espiritas... de Servidão.

Não esquecer que ajudar é terreno, servir é cósmico, como diz Trigueirinho e muito bem.

A forma do mèdium respeitar a lei kármica, é não procurar quem precisa de ajuda, mas sim, estar ao SERVIÇO, para que esteja pronto quando alguém o procura.

Comunidades? há muitas cá fora, a criação de tanta comunidade no portal, é apenas uma repetição.

Os espiritas dizem-se diferentes,
Serão?
dizem-se em busca da evolução,
Desta forma?

Apenas penso nos espíritas quando escrevo estas linhas, não são uma crítica, são uma constactação, daquilo que não é espiritismo:

Por muitos posts que façam de pensamentos de outros, isso nada muda, os misticos já conhecem esses textos e as outras pessoas sabem onde comprar os livros, ou ler os mesmos textos na net.

Edificar não é isto, Edificar, é crescer, é mostrar que estamos em evolução; as pessoas veem mais depressa o que somos do que aquilo que escrevemos ou copiamos.

Espiritismo não é uma luta de poderes.
Mediunidade não é um ser maior ou melhor que os outros.

os textos mais bonitos e mais edificantes que aqui se encontram, são escritos por pessoas simples... Pensem nisto.

Vejo mais amor e sabedoria no texto de uma dona de casa, do que em textos dos ditos Espiritas Séniores.

Párem com a caça aos adeptos á porta de entrada do portal, isso só mostra que nada entendem de espiritismo, e estão a anos Luz de o ser.

Os curriculluns vitae são terrenos....

com muito Amor
Namasté

Viagem Astral



Olá Irmãos e Irmãs.

Muito se fala de Viagem Astral, Saída corporal etc.

Muitos de Nós, nem a vibração de uma oração conseguem elevar acima do tecto do quarto, e contudo, praticam a Viagem Astral.
Muitas técnicas se ensinam para o fazer, creiam que para viajar astralmente, é necessário muito treino, muita prática e muita vibração alta.

A viagem astral tem sempre um objectivo superior, positivo. Pode ser auto-ajuda, ou ajuda aos outros.


Porquê?
simples: é impossível viajar astralmente sózinho, para o fazer consciente ou inconsciente, terá sempre a companhia de um espírito que o acompanha nessa viagem, e que o protege.

Sendo nós pequenas criaturas em evolução, muitos seriam os espiritos que nos esperariam fora do corpo para nos prejudicar. Espiritos com quem convivemos no passado, ou simplesmente espiritos que estariam perto das pessoas a quem iríamos ajudar na dita Viagem.

As viagens para cura têm um sentido, por resposta á oração de um doente ou seu familiar, por mérito, ou outra razão, os espíritos trabalhadores precisam da energia de um encarnado para curar o doente, daí solicitarem os dispostos a isso.

Contudo, raros são os que se lembram da viagem, poucos na medida em que será uma média de 1 em cada 100.000 místicos.

Porquê?
Porque quem os protegeria dos inimigos do passado?

Eu explico:
Um médium, uma pessoa sensitiva (só esses viajam, é uma das caracteristicas), pode ter sido um terrorista, o hitler, um assassino, uma dona de casa que fez mal á empregada, etc... muitos são os espíritos que nem imaginam se a pessoa está encarnada ou desencarnada, simplesmente lhe perderam o rasto através das vibrações dos patamares elevados.


Viajar astralmente sózinho, seria como soltar as galinhas no meio das raposas.

além disso, se um desencarnado recente, não consegue desligar-se sozibho do corpo, mesmo sendo místico ou medium praticante precisa de ajuda, esta ajuda demora no mínimo 2 horas, com uma pessoa ignorante chega a demorar 24 horas, como desligar do corpo sózinho?

Seria contra todas as Leis, até porque um dos perigos da viagem astral, é o espirito ( a pessoa) que viaja, não querer voltar ao corpo por ser bom demais onde está.

Em Viagem é preciso a entidade ou espírito protector, para proteger, e "conduzir" a pessoa de volta atravás do seu fio de prata.

Não confundam Viagem astral, com sonhos, projecção e outros fenómemos.
A viagem astral é tão difícil para o quarto ao lado, como para o cosmo, uma vez fora do corpo vai onde tiver de ir, e não onde quiser ir. Onde vai é determinado antes, de forma inconsciente com as entidades que o Vão acompanhar.

Quem Viaja astralmente, normalmente não se lembra (99,99% dos casos), apenas acorda ou desperta feliz como nunca nesse dia, todas as pessoas fazem pelo menos uma viagem a patamares superiores na sua vida, é a forma de mostrar ao ser para onde deve ir... e manter acesa a chama dentro de si instintivamente.

Não quero aqui contrariar ninguém, Viajo regularmente, só e em grupo, mas nunca sem os nossos protectores.

Confundem viagem astral com projecção astral, como o nome indica, num vai o todo no outro vai o duplo etéreo. na projecção astral é que se lembra de tudo e mesmo assim vai acompanhado e é ajudado a libertar o duplo etéreo ou corpo sensor do corpo fisíco.

Nesta altura nem é possível o corpo fisico morrer, e a pessoa depois lembra-se do que se passou nos dois lados.

Este texto é baseado em anos de estudo e experiências Místicas.

Esta é a minha experiência, as explicações de 28 espíritos de Luz e a minha opinião, não tem que ser a sua...


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Mediunidade


O que é a Mediunidade?

Muito se fala nos dias de hoje em médiuns e mediunidade, normalmente associado a esoterismo, bruxarias e dons.

Mediunidade é uma ferramenta.
Todos os humanos são médiuns, a razão de termos chackras é apenas para que as entidades possam comunicar connosco, o chackra é assim “a tomada” onde os espíritos se ligam para poderem comunicar e intuir em nós.

A mediunidade, é fácilmente vista e detectada no comum das pessoas, quando por exemplo, ao entrar num determinado ambiente, choram sem razão aparente, ou ao entrar num ambiente mais pesado sentem mau estar ou até vómitos.

Tudo isto acontece devido á mediunidade e estado vibratório da pessoa, conforme estiver mais ou menos desenvolvida a mediunidade, conforme a sua vibração no momento estaja mais ou menos alta, assim sentirá mais ou menos a vibração do local.

Todos nós conhecemos uma pessoa mais sensível que o comum das pessoas, essa sensibilidade é uma característica mediúnica, existem 72 faculdades mediúnicas, sendo as mais conhecidas: a incorporação, a clarividência, a clariaudiência e a sensibilidade.

A faculdade mediúnica é uma característica no comum das pessoas, e a ferramenta usada pelos espíritos quando nos abordam seja para o bem, seja para o mal.

Uma pessoa (todas as pessoas são médiuns), que tenha esta ou aquela característica mediúnica mais aflorada, será mais facilmente influenciada e até conduzida, por um espírito maligno, na medida em que nem acredita nestas coisas, assim, o obsessor está á vontade na sua acção, com a certeza que não será detectado, pois nem acreditam que ele existe.

Nos dias de hoje, em que vivemos num plano muito materialista, são cada vez mais os casos de obsessão. Os médicos, deitam mãos á cabeça com os casos de depressão, esgotamentos, múltiplas personalidades, etc, que chegam ás suas mãos. De salientar que quando chega á situação de procurar um médico com um caso destes, o estado de obsessão está já muito avançado, daí a dificuldade em tratar (mais desenvolvimento na mensagem obsessão).

A mediunidade é uma ferramenta, se usada de forma correcta, eleva a pessoa a patamares, interiores e exteriores, impossíveis de alcançar sem a ferramenta, é também usada por seres extraterrestres (espíritos desencarnados, são extraterrestres, não vivem no plano terreno), bons ou maus, consoante o que atraímos para junto de nós.

Este campo de atracção, que é formado pelas forças centrífuga e centrípeta, comandadas pela nossa mente, através dos nossos pensamentos, gestos, palavras e acções. Assim, fortalecemos a força centrífuga, que circunda o nosso corpo, move-se no sentido dos ponteiros do relógio, de polaridade positiva e cor azul; ou a força centrípeta, que roda no sentido contrário aos ponteiros do relógio, de polaridade negativa e cor vermelha.

Dependendo de qual das duas forças alimentamos, assim criamos um campo de atracção ou repulsão positivo ou negativo; imaginemos um imam, que de um lado atrai, do outro repulsa.

Se este campo de atracção for positivo: atraímos forças positivas, ajudas, os caminhos abrem-se e repulsamos, por falta de sintonia vibratória, as forças negativas, espíritos ignorantes, etc.

Se este campo de atracção for negativo: atraímos forças negativas, espíritos ignorantes serão a nossa companhia mais comum, mau ambiente, etc, e repulsamos, por falta de sintonia vibratória, as vibrações contrárias, ou seja, as vibrações positivas.

Assim, cabe a cada um de nós, seja médium consciente ou não, melhorarmo-nos interiormente, pois só desta forma, através da mediunidade podemos ter uma vida melhor.

A mediunidade não pode ser usada pela vontade de usar, ela simplesmente funciona de acordo com aquilo que somos, claro que se queremos trabalhar como médiuns, usamos as faculdades mediúnicas; mas as que temos, se é com vibração mais baixa ou mais alta, isso depende do que somos como Seres e não do querer no momento.

Não podemos ser um ser de vibração baixa e querer vibrar ou trabalhar com espíritos de Luz, isso não existe, pela nossa vibração Ele nem se aproxima, pois sabe que provocaria um choque vibratório que poderia levar ao desencarne (morte) da pessoa.

Muitas pessoas se dizem com uma mediunidade muito desenvolvida, com dons enormes; se assim fosse, não precisariam de o afirmar.
O dom não existe, só os leigos acreditam nisso; o Dom só as entidades de luz o Têm e dominam.

O médium é apenas o aparelho utilizado pelos espíritos, eles não têm um corpo físico para poderem comunicar connosco, por isso usam um médium disponível e que vibre na mesma faixa vibratória que Ele.
O médium, mesmo desincorporado, não seria nada em trabalho espiritual sem o desencarnado.

Um médium, mesmo que use mal a sua mediunidade: cobrar dinheiro, trabalhos e rituais de baixo astral, etc, não deixa de ser médium por isso, a mediunidade é nata (de nascença), o que acontece é que os espíritos trabalhadores, de forem conscientes, chamados de espíritos de Luz, afastam-se desse médium, ele, pela sua vibração baixa, vai atrair para junto de si espíritos ignorantes, que assim se vão juntar a alguém tão ignorante quanto eles, a lei de atracção funcionou, atraindo ou juntando, vibrações idênticas, vibrações da mesma faixa, que apenas pensam materialmente.

A vibração mais baixa que existe é o materialismo e a vibração mais alta que existe é a humildade.

Se este médium tivesse continuado no bom caminho, dar de graça o que de graça recebeu, dar sem esperar nada em troca, etc, teria continuado a atrair para junto de si espíritos de luz que assim o acompanhariam na sua caminhada de servidão, não confundir com ajudar.

Claro que aqui temos os que dizem: mas as pessoas precisam de viver e de comer.
Sim?
Trabalhem, mediunidade não é profissão, é algo que o médium deve usar e fazer gratuitamente e nos tempos livres.

Se um dos sintomas da obsessão é gostar de vestir roupa preta, que é uma cor negativa, pensemos porque a maioria desses médiuns vestem esta cor? Dirão que é porque gostam… Hum, será como aquele que diz que gosta que lhe batam mesmo que a razão não ache isso normal.

Para terminar, todos nós temos dívidas, de uns para com os outros adquiridas em vidas passadas, não é por acaso que duas pessoas se encontram e é como se conhecessem desde sempre, isso vem do passado, a Lei Kármica é perfeita quando nos apresenta as condições para cumprir a dívida, a Lei de Causa e Efeito é igualmente perfeita na medida em que junta o devedor ao credor. Que quero dizer com isto?

Só vem ter com um médium aquele a quem ele mesmo fez mal no passado, não há coincidências, por muitos médiuns que estejam num centro espírita, o paciente ao chegar, será tratado por aqueles que o mal trataram nas vidas passadas. Assim, quem usa mal a mediunidade, apenas está a aumentar a dívida que tem para com aquela pessoa a quem ele engana ou cobra, cá se fazem cá se pagam.

Ao adquirir a dívida no Totta, não pode pagar no Millenium, paga directamente áquele a quem deve, áquele de quem contraíu a dívida, áquele a quem fez mal no passado.

Aqui entra a mediunidade, a ferramenta adquirida, para poder pagar mais rapidamente um karma que vai já muito extenso. É uma ferramenta para saldar um acumulado de dívidas de um forma mais rápida e assim, poder evitar outras formas de pagamento mais pesadas.
De salientar que o que aqui digo como pagamento, não passa de repor o equilíbrio, é instintivo.

Se criámos uma energia negativa, o equilíbrio é adquirido ao criarmos uma positiva, se hoje você fez algo de negativo, já não pode mudar isso, está feito, já percorre os canais cósmicos, mas pode fazer algo de positivo, e assim, repor algum equilíbrio na sua acção, na sua criação, um menos um é igual a zero.

O silêncio e o monge


O Silêncio

O que é que aprendeste nesta vida de silêncio?

Perguntou um visitante a um monge em clausura.

O monge, que estava a tirar água de um poço, respondeu:

-Olha para o fundo do poço. O que é que vês?

O homem aproximou-se, olhou para o fundo do poço e respondeu:

-Nada! Não vejo nada!

O monge ficou quieto e silencioso durante alguns instantes.

Depois disse de novo:

-Olha agora. O que é que vês?

-Agora vejo o meu reflexo no espelho de água.

O monge comentou então:

-Antes não vias nada porque a água estava agitada.

Agora vês porque a água está parada.

E acrescentou:

-Assim é a experiência do silêncio.

O homem descobre-se a si mesmo.

Enviado por: Rui Soares

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O saber não ocupa lugar...


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Nós e o Blog


Netideia

Não é importante se chegamos a muitas ou a poucas pessoas, chegaremos certamente ás pessoas que merecermos ou tivermos que chegar.

Nada acontece por acaso pois o acaso não existe, tudo na vida tem uma razão de ser e uma explicação, podemos simplesmente não ser conhecedores da mesma.

No passado, todas as pessoas acreditavam que a terra era quadrada, barcos não se aventuravam longe no mar, com medo de chegar ao fim do Oceano e que de repente caíssem a pique no vazio.

O certo, é que mesmo com todas as pessoas a pensarem que a terra era quadrada, Ela continuou redonda até aos dias de hoje.

Como diz uma entidade árabe que preside aos nossos trabalhos: "não importa quem sou, mas sim pelo que estou" diz ainda: "nós os espíritos não temos de provar nada a ninguém, não é por essa razão que cá estamos, Vós os encarnados é que têm que provar á Vós mesmos que merecem a nossa ajuda".

Este blog não existe para provar nada a ninguém, nem para ensinar nada a ninguém, é apenas nosso propósito desmistificar o que ao longo dos anos vem sendo mistificado, esclarecer quem tenha alguma dúvida que possamos esclarecer, mas acima de tudo, respeitar a opinião e a vibração de cada um.

Sabemos não ser possível pedir a uma criança do 1º ano que resolva uma equação matemática do 12º ano, cada um cresce e aprende no seu tempo devido, além disso, a nossa verdade pode não ser a verdade, é apenas a nossa verdade, aquela na qual acreditamos.

Publicamos aqui aquilo em que acreditamos, escrito por nós ou por outrem, opinar é fácil... crer e querer é que é difícil.

Tenho recebido mails com as mais variadas perguntas, tenho procurado responder a todos dentro daquilo que acredito ser a verdade, perdoem-me, se a verdade por vezes é simples demais, se não temos por válidos rituais de banhos em aguardente, ou velinhas nos cruzamentos.

Válido? é procurar a solução do problema sem causar danos ás pessoas nem aos espíritos, não acreditamos ser certo fazer mal a um em prol do outro.

Agradecemos todos os comentários que têm sido feitos, quer nas mensagens do blog directamente, quer por mail.

Se gostou, envie o link do blog aos seus amigos e conhecidos, partilhe, por vezes, fazer o bem ao nosso semelhante parte de um gesto tão simples quanto o divulgar um simples texto.

Não procuramos adeptos, não somos uma seita ou uma religião, somos apenas um grupo de 20 pessoas que estuda mística em conjunto, procura fazer o bem e ajudar a quem nos procura, acima de tudo queremos evoluir enquanto seres e formar uma corrente sólida no Equilíbrio, na Paz, na Harmonia, no Amor e na Tranquilidade, tanto do corpo físico como dos 6 corpos astrais e etéreos.

"Os grandes navegadores devem a sua reputação aos temporais e às tempestades."

Vibrações PATHE
Namastê
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No final pode consultar os resultados, a resposta correcta e ficar a saber da utilidade da tela etérica na nossa saúde.

Não Desista - uma visão do Mundo


Não Desista

"Um certo homem faliu nos negócios com 31 anos de idade.

Foi derrotado nas eleições legislativas, com 32 anos.

Faliu outra vez nos negócios aos 34 anos.

Superou a morte da noiva aos 35 anos.

Teve um colapso nervoso aos 36 anos.

Perdeu outras eleições com a idade de 38 anos.

Perdeu nas eleições do Congresso aos 43, 46 e 48 anos.

Perdeu uma disputa para o Senado com 55 anos.

Fracassou na tentativa de se tornar presidente aos 56 anos.

Perdeu uma disputa senatorial aos 58 anos.

Aos 60 anos, Abraham Lincoln foi eleito Presidente dos Estados Unidos."

Que experiência trágica não?
Mas aquilo que para muitos serviria como explicação suficiente para uma desistência, tornou-se o combustível da sua luta para superar os seus obstáculos.

Lincoln não desistiu! Talvez na sua cabeça ele tenha trabalhado como tentativa em vez de fracasso. Os seus sucessivos insucessos forjaram o seu carácter e permearam uma visão diferenciada dos acontecimentos da vida. Aquilo que os historiadores chamaram de fracasso, Lincoln pode ter bem alcunhado como "mais uma tentativa".

E as tentativas ensinam-nos sempre poderosas lições.

O importante é que ele se manteve fiel ao seu sonho, á sua vocação. Vale sempre a pena lutar pelos nossos ideais mais apaixonantes! Acharemos sempre força para continuar quando o que está á nossa frente é algo de extremo valor para nós!

Venceremos sempre o desânimo e o cansaço, o vento da síndrome do "não posso", quando focarmos o nosso olhar para a motivação e não para as circunstâncias adversas que por vezes nos cercam.

Lembre-se que conquanto situações embaraçosas e inusitadas se apresentem a nós constantemente, tentando tirar o nosso fôlego, o "poder do direcionamento do pescoço" ainda nos pertence. Em vez de olhar para o problema, focalize (direccione o seu pescoço) para a sua motivação, o seu sonho.

Por fim, lembre-se que a perseverança é a virtude que permite que ingressemos na história e que a façamos. Lincoln não desistiu, perseverou na realização do seu sonho, ele tornou-se num dos maiores presidentes dos EUA.

Seja o que for que o esteja a preocupar neste momento, olhe para o exemplo de Lincoln e não desista!

Abraham Lincoln
Lembrado como o presidente que emancipou os escravos do seu país, Lincoln é considerado um dos inspiradores da moderna democracia e uma das maiores figuras da história americana.

Abraham Lincoln nasceu em Hodgenville, Kentucky, em 12 de Fevereiro de 1809. Filho de lavradores, desde cedo teve de trabalhar arduamente. Aos sete anos foi para Indiana com a família, á procura de melhor situação económica. Pouco depois perdeu a mãe, o pai casou outra vez. Devido à dificuldade de encontrar uma escola no novo domicílio e desejoso de progredir, o jovem Lincoln pedia livros a amigos e vizinhos para ler depois das tarefas diárias.

Empregou-se numa serração e mais tarde em barcos dos rios Ohio e Mississipi.

Em 1836, aprovado nos exames de direito, tornou-se um advogado muito popular. No ano seguinte, a sua família mudou-se para Springfield, Illinois, onde Lincoln encontrou melhores oportunidades profissionais.

Casou em 1842 com Mary Todd, mulher inteligente e ambiciosa.

Início político
Filiado ao partido whig (conservador), Lincoln, entre 1834 e 1840, tinha-se elegido quatro vezes para a assembleia estadual, onde defendera um grande projecto para a construção de ferrovias, rodovias e canais.

Nessa época, a sua atitude diante do abolicionismo era reservada. Embora considerasse a escravatura uma injustiça social, temia que a abolição dificultasse a administração do país.

Entre 1847 e 1849, foi representante de Illinois no Congresso, onde propôs a emancipação gradativa para os escravos, tese que desagradou tanto aos abolicionistas quanto aos escravistas. Mais decisiva foi a sua oposição à guerra no México, que o fez perder muitos votos. Sem conseguir ser reeleito, afastou-se da política durante cinco anos.

Presidência
A guerra contra o México ampliara o território da União e não era possível prever se a população das novas terras se declararia a favor da escravidão. Instalou-se uma grande polémica nacional.

Lincoln assumiu uma atitude anti escravagista e transformou-se no paladino dessa tendência após o debate que travou com o senador democrata Stephen Douglas.

Em 1858, candidato ao Senado pelo novo Partido Republicano, perdeu as eleições para Douglas, mas tornou-se líder dos republicanos.

Em 1860, disputou o pleito para a presidência da república e elegeu-se o 16º presidente dos Estados Unidos.

Guerra de secessão
(também conhecida por guerra civil dos Estados Unidos)
Ao iniciar o seu governo, em 4 de Março de 1861, Lincoln teve de enfrentar o separatismo de sete estados escravistas do sul, que formaram os Estados Confederados da América.

O presidente foi firme e prudente: não reconheceu a secessão, ratificou a soberania nacional sobre os estados rebeldes e convidou-os à conciliação, assegurando-lhes que nunca partiria dele a iniciativa da guerra.

Os confederados, porém, tomaram o forte Sumter, na Virgínia Ocidental. Lincoln encontrou o governo sem recursos, sem exército e com uma opinião pública que lhe era favorável somente em reduzida escala. Com vontade férrea, profunda fé religiosa e confiança no povo, iniciou uma luta que primeiramente lhe foi adversa.

Só conseguiu armar sete mil soldados, com os quais começou a guerra. Num só ano, duplicou o Exército, organizou a Marinha e obteve recursos. Os confederados haviam consolidado a sua situação, com a adesão de mais quatro estados aos sete sublevados. Em meados de 1863 chegaram à Pensilvânia e ameaçaram Washington. Foi nesse grave momento que se travou, a 3 de Julho de 1863 a batalha de Gettysburg, vencida pelas forças do norte.

Lincoln, que decretara a emancipação dos escravos e tomara outras providências liberais, pronunciou, meses depois, ao inaugurar o cemitério nacional de Gettysburg, o célebre discurso em que defeniu o significado democrático do governo do povo, pelo povo e para o povo, e que alcançou repercussão mundial.

A guerra continuou ainda por dois anos, favorável à União. Lincoln foi reeleito presidente em 1864. Em 9 de Abril de 1865, os confederados renderam-se em Appomattox.

Embora considerado conservador ou reformista moderado no início da presidência, as últimas proposições de Lincoln foram avançadas. Preparava um programa de educação dos escravos libertados e chegou a sugerir que fosse concedido, de imediato, o direito de voto a uma parcela de ex escravos. Inclinou-se também à exigência dos radicais por uma ocupação militar provisória de alguns estados sulistas, para implantar uma política de reestruturação agrária.

Em 14 de Abril de 1865, Lincoln assistia a um espectáculo no Teatro Ford, em Washington, quando foi atingido na nuca por um tiro de pistola desferido por um escravista intransigente, o ex-actor John Wilkes Booth.

Transportado para uma casa vizinha, Lincoln morreu na manhã do dia seguinte.
Abraham Lincoln (12 de Fevereiro de 1809 - 15 de Abril de 1865) foi o 16° presidente dos Estados Unidos (1861-1865) e o primeiro presidente do Partido Republicano.
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