Merlin


Merlin

Os primeiros registros existentes onde consta Merlim, dizem que Merlim era um mago , profeta e conselheiro, activo em todas as fases da administração do reinado do rei Arthur da Távola Redonda.

Muito conhecido através da misteriosa vida druídica pela qual optou, é um dos seres mais enigmático e carismático, onde até hoje, ninguém sabe se ele realmente existiu, ou se é apenas uma lenda, apenas são conhecidos fragmentos, e histórias confusas , nas quais não se consegue definir a sua identidade.
Quando se fala em mago , vem á mente Merlim.

1 comentário:

PG- disse...

Sobre Merlin,

Completando o texto exposto, segundo várias linhas espirituais, Merlin foi uma reencarnação do Mestre Ascencionado Saint Germain. Aqui fica mais info sobre as várias encarnações deste Mestre:

- Rei da Cidade de Ouro, capital de uma antiga civilização, que floresceu há mais de 50.000 anos, onde hoje se encontra o Saara.

- Sumo Sacerdote do Templo da Chama Violeta em Atlântida.

- Profeta Samuel. Preparou e ungiu David como rei de Israel.

- José, escolhido do Espírito Santo como pai de Jesus.

- Mago Merlin, amigo e conselheiro do rei Artur que criou a Ordem dos Cavaleiros da Távola Redonda que tinha como grande objetivo a procura do Santo Graal.

- Roger Bacon, alquimista do século XIII, considerado precursor da ciência moderna.

- Cristóvão Colombo, grande navegador que, superando a ignorância e o medo infundado dos europeus, descobriu a América, a Terra da Liberdade.

- Francis Bacon, filósofo inglês do século XVII. Um dos fundadores da Franco-Maçonaria. Possivelmente, também autor das peças literárias de Shakespeare.

- Tendo alcançado a sua Ascensão em 1 de maio de 1684, Saint Germain obteve a permissão do Conselho Cármico de retornar ao mundo num corpo físico, encarnando na Europa nos séculos XVIII e XIX, como o Conde de Saint Germain.

A ultima reencarnação de Saint Germain Segundo a wikipedia:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Conde_de_St._Germain

O Conde de St. Germain (Transilvânia; 28 de Maio de 1696; — Eckernförde (?); 27 de fevereiro de 1784); foi uma das figuras mais misteriosas do século XVIII. Tido como místico, alquimista, ourives, lapidador de diamantes, cortesão, aventureiro, cientista, músico, compositor. Após a data de sua morte (de precisão incerta), várias organizações místicas o adotaram como figura modelo. Segundo relatos antigos, era imortal e possuía o elixir da juventude e a pedra filosofal.

A VIDA
O facto de nunca ter revelado a sua verdadeira identidade levou a muitas especulações a respeito da sua origem. Uma das mais plausíveis aponta que o conde seria filho de Francis II Rákóczi, o príncipe da Transilvânia que, na época, estava exilado, ou que seria filho ilegítimo de Marie-Ann de Neubourg, viúva de Carlos II da Espanha, com um certo conde Adanero, que ela conhecera em Bayonne, no sudoeste de França.

O conde de St. Germain estudou na Itália, possivelmente como protegido do grão-duque Gian Gastone (o último descendente dos Médici).
As primeiras aparições do Conde de St. Germain deram-se em 1743, em Londres, e em 1745, em Edimburgo, onde ele foi aparentemente preso, acusado de espionagem.
Solto, logo adquiriu a fama de ser um virtuoso no violino.
Tinha hábitos ascéticos e celibatários.
Durante esse tempo, conheceu Jean-Jacques Rousseau, que declarou ser a pessoa do conde "a mais fascinante e enigmática personalidade que já conhecera". Desapareceu subitamente em 1746. Horace Walpole, que conheceu St. Germain em Londres, em 1745, descreveu-o: "Ele canta, toca violino maravilhosamente, compõe, mas é louco e falta-lhe sensibilidade".

Reapareceu em Versalhes, no ano de 1758. Dizia-se ourives e lapidador, também trabalhava com tingimentos de tecidos que nunca desbotavam, por terem uma fórmula secreta.
Hospedou-se em Chambord, sob a protecção do rei Luís XV, de quem havia angariado a confiança, e também de sua amante, Madame de Pompadour.
Nessa época, distribuiu diamantes como presentes, entre a corte, e ganhou a reputação de ter séculos de idade.
Nos salões da corte, um mímico, denominado Gower, começou a imitar os maneirismos do conde, dizendo ter conhecido Jesus Cristo.
Em 1760, ele deixou a França, indo para a Inglaterra, cujo ministro de estado, duque de Choiseul, o tentou prender.

Depois desses factos, esteve nos Países Baixos e em São Petersburgo, na Rússia, quando o exército russo colocou Catarina, a Grande no trono.
Mais tarde, a destituição do imperador com a substituição por Catarina seria atribuída a uma conspiração do conde.

No ano seguinte, foi para a Bélgica, onde comprou terras com o nome de conde de Surmount.
Tentou oferecer a sua técnica de tratamento de madeira e couro ao estado.
Durante as negociações, que resultaram em nada, na presença do primeiro-ministro Karl Cobenzl, ele transformou ferro em algo com a aparência do ouro.
Depois desapareceu por onze anos, para reaparecer em 1774, na Bavária, sob o nome de conde Tsarogy.

Em 1776 o conde ainda se encontrava na Alemanha com o título de conde Welldone, oferecendo receitas de cosméticos, vinhos, licores e vários elixires. Impressionou os emissários do rei Frederico com a sua capacidade de transmutação de simples metais em ouro.
A Frederico, ele apresentou-se como maçom.

Posteriormente, o conde de St. Germain estabeleceu-se na residência do príncipe Karl de Hesse-Kassel, governador de Schleswig-Holstein, e lá pesquisou a fitoterapia, elaborando remédios para dar aos pobres.
Ao príncipe, ele se apresentou-se como Francis Rákóczi II, príncipe da Transilvânia.

Em 1784 desencarnou, deixando muito pouca coisa para trás. Existem rumores de que St. Germain teria sido visto em 1835, em Paris, e em 1867, em Milão e no Egito, durante a campanha de Napoleão.
Napoleão II mantinha um dossie sobre ele.

Annie Besant, uma teosofista, disse ter conhecido o conde em 1896.
Outro teosofista, C. W. Leadbeater, disse tê-lo encontrado em Roma, em 1926.

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