Física Quântica


Pequeno e Despretensioso Olhar sobre a Física Quântica.

Foi entrevistado num programa da TV, o indiano Amit Goswami, PHD em física quântica e professor titular de física da Universidade de Oregon.

Decepcione-se quem achar que o assunto girou em torno de ciências exactas e seus números. Muito pelo contrário, o assunto foi a ligação entre a ciência e a espiritualidade.

Autor do livro “O Universo Auto consciente”, no qual ele procura demonstrar que o Universo é matematicamente inconsistente sem a existência de uma consciência superior (mais conhecida entre os mortais como Deus), acrescenta que, se tais estudos se desenvolverem mais um pouco, Deus será objecto de interesse da ciência e não mais da religião.

Ao defender as suas ideias na busca da construção de uma ponte entre física quântica e Deus, o professor desagradou somente a um dos entrevistadores, inconformado com os “dados vagos” e altamente teóricos citados no programa. Este senhor não quantificou, apenas teorizou a sua inconformação.

Em termos bastante simples, a física quântica trabalha com possibilidades. Nada mais vago do que a possibilidade. Tudo é possível ou não. O que torna a possibilidade uma afirmação, uma certeza, é a consciência, o pensamento que a anima.

Pensemos na palavra Universo:
Uni = 1
verso = oposto
Assim, o oposto do Um é a Multiplicidade.
Logo:
Uno = Deus ou Consciência ou Criação
verso = a sua Multiplicidade.

Deus faz-se presente através da infinidade de mundos, de sistemas, de galáxias, e, mais voltados à nossa realidade, através de todas as formas vivas, perfeitas e exuberantes da Natureza, incluindo aí o próprio homem. Viemos todos da mesma Essência.

Várias são as teorias sobre a Cosmogênese.
Talvez a mais conhecida delas seja a teoria de Humble sobre o Big-Bang que aconteceu há milhões de anos.

Pitágoras também tem a sua. Segundo ele, o Universo foi criado como consequência de movimentos contráteis de expansão e retracção.

As duas, no fundo, são similares e complementam-se. E as duas sugerem o Universo como um grande e fértil útero, cheio de infinitas possibilidades, cheio de substância, à mercê da projecção da Consciência, do olhar amoroso do Criador. E eis que Ele projecta e o Universo vibra. Projecção e vibração, num crescendo até ao seu ápice, até ao nascimento dos mundos finitos, temporais e visíveis, filhos da Consciência Infinita, Eterna e Invisível.

Experiências comprovadas mostram que dois cientistas, a trabalhar separados com o mesmo ensaio científico obtiveram diferentes respostas. Tudo o que tem em cima, tem em baixo. O olhar, a consciência alterou o produto e o resultado.

O nosso cérebro como consciência é poderoso.
Assim como o Universo é (também ele) infinito nas suas possibilidades de se transformar a si mesmo, vibrando sempre positivamente; assim como o Universo, é (também ele) o verso, e a multiplicidade da Consciência Maior que tudo criou e a tudo anima.

E, quanto maior o entendimento de que somos a imagem e a semelhança desta Consciência chamada Deus tão maior deverá ser a nossa responsabilidade em relação ao planeta, ao continente, ao país, ao distrito, à cidade, ao bairro, à rua, à casa, ao corpo que habitamos e a todos aqueles que estão à nossa volta.

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